O grupo cosmético alemão Beiersdorf, proprietário de marcas como a Nivea e Eucerin, obteve um lucro atribuível de 939 milhões de euros em 2025, um aumento de 3% face a 2024.
As receitas mantiveram-se praticamente estáveis em 9.852 milhões de euros. Do total, a Nivea contribuiu com 5.529 milhões de euros, menos 1,3%, e a divisão dermatológica com 1.942 mil milhões de euros, mais 8,8%.
A La Prairie contribuiu com 478 milhões de euros e a unidade de saúde com 299 milhões de euros, uma queda de 6,3% e um aumento de 6,2%, respetivamente. Por outro lado, a filial especializada em fitas adesivas Tesa gerou 1.676 milhões de euros, uma queda de 0,7%.
Por áreas geográficas, a faturação na Europa aumentou 0,8% para 4.347 milhões de euros, enquanto em África, na Ásia e Austrália avançou 1% para três mil milhões de euros. Na América, recuou 2,4%, ficando em 2.505 milhões de euros.
A soma dos custos de atividade, ‘marketing’, vendas, administração, investigação e desenvolvimento (I&D) e outros conceitos ascendeu a 8.532 milhões de euros, uma queda de 0,3%.
Só no quarto trimestre, a Beiersdorf registou receitas de 2.312 milhões de euros, ou seja, um aumento de 0,5% em termos absolutos e de 3,9% em termos orgânicos. No final do período, a empresa tinha 22.399 funcionários.
“Foi um ano (2025) exigente para a indústria dos cuidados da pele, marcado por um abrandamento do crescimento e uma volatilidade contínua do mercado”, afirmou o presidente executivo (CEO) da Beiersdorf, Vincent Warnery.
A Beiersdorf prevê que as vendas permaneçam estáveis ou cresçam “ligeiramente” em 2026.
A administração da empresa irá propor na assembleia de acionistas de 23 de abril a distribuição de um dividendo de um euro relativo a 2025. Além disso, irá lançar um programa de recompra no valor de 750 milhões de euros, com duração de dois anos.








