A empresa que detém a marca Havaianas – Alpargatas – teve o melhor 2.º trimestre da última década, com uma receita líquida de 933,47 milhões de euros, o que representa um crescimento de 71% em relação ao período homólogo do ano passado.
Na apresentação de resultados ao mercado relativos a esse período, ocorrida no dia 30 de julho, o grupo revelou ainda que, na Havaianas Internacional, a receita subiu em todos os mercados internacionais, tendo sido de 85,37 milhões de euros em moeda constante (um aumento de 63% em relação ao mesmo período de 2020).
No mercado europeu, os números são animadores para a empresa, tendo o volume aumentado 38% e a receita em moeda constante crescido cerca de 41%, impactada pela implantação do RGM (Revenue Growth Management).
Na sequência da reestruturação das lojas DTC e da aposta nas vendas online (DTC e B2B), o volume de vendas de Havaianas US e o crescimento do EBITDA contribuíram para o crescimento e expansão da margem da Havaianas Internacional.
Beto Funerai, presidente da Alpargatas, aponta três aspetos estratégicos que contribuíram fortemente para o crescimento daquela que é a líder global em calçado aberto, permitindo duplicar a receita líquida e EBITDA em abril, maio e junho deste ano: avanços nos mercados internacionais, aceleração dos canais online e expansão do portefólio com inovações de produtos.
“Continuamos a ver uma forte procura global pela marca, que, alinhada às tendências da moda casual, tem priorizado o conforto e a migração de utilizadores em busca de experiências digitais. Essas tendências fortaleceram as Havaianas globalmente”, considerou o executivo.
De acordo com a marca, o digital é um dos pilares estratégicos da empresa.










