Wilderness poderá ser a nova sub-marca da Subaru. A fabricante automóvel ainda não anunciou oficialmente a sua criação, mas a revista Autoweek avança que o mais recente modelo Outback é o primeiro sob esta chancela.
A ideia será juntar todos os veículos “off-road” da Subaru numa só sub-marca, que diz logo ao que vai: Wilderness, ou seja, modelos pensados para aventuras mais radicais, ao ar livre e prontos para estradas de terra batida ou condições mais adversas.
«Para os nossos carros de performance temos a marca STI, é uma sub-marca, e nós realmente queríamos algo desse tipo para os nossos SUVs e crossovers e é daí que surge a marca Wilderness», explica Tim Wood, engenheiro, gestor de produto e porta-voz da Subaru. Em declarações reportadas pela mesma publicação norte-americana, adianta que «é uma missão diferente, mas um conceito similar».
Mas os planos ainda são incertos. Tim Wood sublinha que ainda não foram divulgados muitos detalhes, ficando apenas claro que o Outback é o primeiro automóvel da família Wilderness. A estratégia de marca em si ainda não é conhecida, nomeadamente os planos de expansão e crescimento. «Não estamos preparados para falar sobre isso ainda», explica o responsável.
O novo Outback será o exemplo perfeito daquilo que a sub-marca Wilderness representa, ou seja, um veículo de grandes dimensões, com capacidade para passar por cima de rochas e de ser um companheiro de aventuras. Destaque ainda para a suspensão reforçada, para os pneus todo o terreno e para o X-Mode, sistema avançado da Subaru que dá mais controlo sobre os níveis de tração, por exemplo.
Em algumas fotos promocionais verifica-se também a possibilidade de instalar uma tenda no tejadilho do veículo. A tenda não estará incluída na aquisição do Outback, mas os clientes ficam já a saber que poderão planear uma viagem de campismo.
Tim Wood indica que o proprietário de um automóvel como este é alguém que procura um carro que o leve até às atividades que ambiciona, nomeadamente ciclismo, caminhadas ou campismo. Sair da estrada principal não é a atividade em si, mas sim uma forma de chegar a outras atividades.




