Google quer tornar veículos autónomos mais "humanos"

As máquinas podem ser implacáveis e certeiras mas funcionam por funções – se X então Y. E conduzir pode levar à introdução de mais incógnitas nesta equação da estrada. Com isto em mente, a Google quer incluir a capacidade humana de improvisar nos seus automóveis autónomos. A procura por parte da Google de uma condução “humana”, segundo o The Wall Street Journal, acontece pois, segundo revela a gigante da tecnologia, alguns dos acidentes em que o protótipo esteve envolvido ocorreram devido à incapacidade do veículo prever o comportamento humano, segundo Chris Urmson, responsável por esta unidade da Google. Outras caraterísticas humanas…

Daniela Portugal

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As máquinas podem ser implacáveis e certeiras mas funcionam por funções – se X então Y. E conduzir pode levar à introdução de mais incógnitas nesta equação da estrada. Com isto em mente, a Google quer incluir a capacidade humana de improvisar nos seus automóveis autónomos.
A procura por parte da Google de uma condução “humana”, segundo o The Wall Street Journal, acontece pois, segundo revela a gigante da tecnologia, alguns dos acidentes em que o protótipo esteve envolvido ocorreram devido à incapacidade do veículo prever o comportamento humano, segundo Chris Urmson, responsável por esta unidade da Google.
Outras caraterísticas humanas em falta nesta máquina são a forma como as curvas são feitas, visto que para esta tecnologia uma curva significa efetuar um ângulo de 90º e esta quase nunca é regular e perfeita, ou ainda a noção de perigo do veículo, muito mais sensível do que um humano, levando a travagens frequentes.
 

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