A Guarda Nacional Republicana (GNR) deu por terminada a segunda fase da Operação Hermes, que decorreu entre 17 e 19 de Julho, registando menos acidentes e menos feridos, mas mais seis vítimas mortais do que no ano passado.
Segundo dados revelados hoje por aquela entidade, verificaram-se 544 acidentes nestes três dias, menos 101 do que em igual período do ano transacto, bem como uma diminuição nos feridos graves, para 17 (menos um), e nos ligeiros, com um total de 156 (menos 91). Contudo, face à operação homóloga de 2014, contabilizaram-se nove vítimas mortais, mais seis do que em 2014.
Além destes dados, a GNR revelou ainda a fiscalização preventiva a 12.892 condutores neste período, redundando a mesma em 202 detenções, das quais 162 por condução com taxa de álcool no sangue superior a 1,2 gramas por litro e 31 por ausência de habilitação legal para a prática da condução.
Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana adianta ainda que levantou 4461 autos de contra-ordenação, sendo que a grande maioria teve como causa o excesso de velocidade (1829). Outros motivos foram a condução com taxa superior à legal de álcool no sangue (403 autos), falta de cinto de segurança ou uso incorrecto no sistema de retenção de crianças (246 autos) ou falta de inspecção periódica obrigatória (183 autos).
O manuseio do telemóvel ao volante continua também a ser uma causa corrente de contra-ordenações, com 142 autos levantados pela GNR. Já cumpridas duas fases da Operação Hermes (a primeira contou três vítimas mortais e 515 acidentes), estão previstas mais acções de vigilância e controlo das estradas portuguesas até ao final do mês de Agosto, antevendo o previsível aumento de tráfego em virtude do período de férias estivais.




