Fabricante chinês apresenta novo telemóvel robô com iteligência artificial

O fabricante chinês de telemóveis Honor apresentou hoje, em Barcelona, o seu primeiro telemóvel com inteligência artificial, na véspera do Mobile World Congress, uma exposição de tecnologia em plena corrida global pela inovação neste setor.

Executive Digest com Lusa
Março 1, 2026
16:01

O fabricante chinês de telemóveis Honor apresentou hoje, em Barcelona, o seu primeiro telemóvel com inteligência artificial, na véspera do Mobile World Congress, uma exposição de tecnologia em plena corrida global pela inovação neste setor.


Segundo a agência noticiosa francesa AFP, o smartphone assemelha-se, visualmente, a um dispositivo de última geração, com um pequeno módulo de câmara portátil acoplado na parte superior, o que lhe confere um rosto humanoide retrátil.


Este “companheiro digital e multimodal” pode acenar com a cabeça e movê-la em resposta a perguntas do seu utilizador”, explicou à AFP a Honor, que planeia lançar o telefone robô no segundo semestre deste ano.


“Esta é uma revolução entre humanos e máquinas”, num momento em que “a inteligência artificial (IA) está a transformar o mundo num ritmo acelerado”, afirmou o presidente da Honor, James Li, durante a apresentação, sem especificar o preço do novo dispositivo.


“Decidimos dar à nossa próxima geração de dispositivos não apenas um cérebro, mas também mãos e pés”, acrescentou James Li, perante diversos especialistas da indústria de dispositivos móveis reunidos no Centro de Convenções de Barcelona, em Espanha.


A Honor, com sede em Shenzhen, na China, pretende “transitar de fabricante de smartphones para fornecedora global” de dispositivos com IA, afirmou James Li.


Fundada em 2013 pela gigante da tecnologia Huawei, antes de ser vendida em 2020 a um consórcio chinês, a Honor emprega mais de 14.000 pessoas em todo o mundo, segundo seu ‘site’ na Internet.


Em dezembro passado, a concorrente empresa sul-coreana Samsung apresentou o seu primeiro telefone dobrável em três partes, um ano depois da Huawei, num setor atualmente revolucionado pela explosão da IA.


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