Os “empregadores descrevem iniciativas de resposta “voluntária”, tal como a própria toma da vacina em Portugal, que visam proteger a segurança e a saúde das equipas e preparar já o regresso ao trabalho presencial.
O mesmo jornal revela que, por exemplo, a Galp está a “solicitar aos seus colaboradores que, voluntariamente, informem sobre o processo de vacinação com o duplo objetivo de acompanhar a saúde dos colaboradores e de monitorizar o risco de contágio nas suas instalações”.
Já o Super Bock Group recomendou aos trabalhadores “o envio de informação sobre o seu processo de vacinação para que seja possível o registo na respetiva ficha clínica”. Graça Borges, diretora de comunicação, relações institucionais e sustentabilidade, sublinha, em entrevista ao Negócios, que é “uma orientação que acresce às boas práticas e medidas extraordinárias que a empresa tem adotado durante o período de pandemia, em prol da segurança e bem-estar dos colaboradores”.
Também no grupo alemão Siemens “está previsto os serviços médicos pedirem aos trabalhadores da empresa informação sobre o seu estado de vacinação”, salvaguardando que será utilizada “apenas para fins estatísticos”.
Nem o mercado financeiro escapa a esta tendência. No caso do Banco Montepio foi dada a ordem para “manter atualizados os registos dos processos clínicos individuais e para avaliação da aptidão para o trabalho presencial, solicitando o preenchimento de um questionário simples sobre o ‘status’ de processo de vacinação, em regime voluntário, e apenas disponibilizado na área da saúde”.




