EDP quer atrair mais mulheres para carreiras técnicas

Profissões nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia ou matemática ainda contam com pouca participação feminina.

Filomena Nascimento

A EDP quer atrair mais mulheres para carreiras técnicas. Tendo como símbolo um capacete branco, a campanha #REBELSFORCHANGE quer chamar a atenção para o tema da classificação das profissões por género, que ainda leva muitas tarefas a serem distinguidas como sendo típicas de homens ou de mulheres.

O mercado de trabalho global precisa de mais 136 anos para atingir a igualdade de género, estima o Fórum Económico Mundial – um desequilíbrio que parece ainda mais vincado em áreas técnicas, como engenharia ou tecnologia, que mantêm uma forte predominância masculina. E esta, é uma realidade que a EDP quer ajudar a inverter através da campanha global #REBELSFORCHANGE, em alinhamento com a sua própria ambição de reforçar a presença de mulheres na empresa.



“Queremos promover na EDP a participação feminina em funções nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia ou matemática e, desta forma, contribuir para despertar nas mulheres jovens a vocação para essas áreas, explica Miguel Stilwell d’Andrade, presidente executivo da EDP e da EDP Renováveis, assumindo essa responsabilidade com a sociedade.

Com esta iniciativa, a EDP continua a reforçar o seu empenho na valorização do papel das mulheres no mercado de trabalho, especialmente daquelas que desenvolvem carreiras na área STEM. Além disso, a empresa compromete-se com uma cultura corporativa de diversidade e inclusão, a qual tem sido reconhecida a nível global – exemplo disso é a integração, pelo segundo ano, no conceituado Índice de Igualdade de Género da Bloomberg.

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