Carolyn McCall, CEO da easyJet, já não terá de cumprir objectivos tão exigentes como aqueles inicialmente delineados pela companhia aérea. Em vez de um retorno de capital de 20% no prazo dos próximos três exercícios fiscais, a responsável terá de atingir apenas os 13% de modo a conquistar benefícios de desempenho.
O objectivo será reter talento nas posições de gestão da easyJet, oferecendo incentivos para que continuem na empresa, de acordo com a Bloomberg. No relatório anual da companhia aérea low-cost, a easyJet avança ainda que irá rever o peso de várias medidas aplicadas para determinar os bónus aplicados a cada funcionário.
A remuneração total de Carolyn McCall passou de 6,2 milhões de libras (7,3) em 2015 para 1,5 milhões de libras (1,77 milhões de euros) este exercício. O bónus anual caiu perto de 80%.














