Já foram abertos dezenas de processos por irregularidades na vacinação contra a covid-19 em Portugal e, como escreve o Correio da Manhã (CM), há mais de dez arguidos que receberam as vacinas de forma indevida ou que as autorizaram.
Os processos abertos até agora dizem respeito, sobretudo, a lares e Casas da Misericórdia, porém, também atingem instituições maiores, como o Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, e o INEM.
Segundo o CM, há também vários casos de autarcas que ainda vão ter justificar por que razão foram vacinados contra a covid-19, uma vez que não faziam parte dos grupos prioritários.
A Polícia Judiciária assumiu que era uma prioridade identificar os casos de ‘batota’ nas vacinas, já que as irregularidades na vacinação podem significar crimes de abuso de poder ou de obtenção de vantagem ilegítima.
Na última semana, o Ministério Público informou estar a investigar 33 casos de vacinação indevida, entre os quais a IPSS de Castelo Branco, Farminhão, Resende e Trancoso e a responsáveis autárquicos de Lisboa, Portimão e Reguengos de Monsaraz.
Os casos de vacinação indevida continuam a aumentar e a provocar demissões em algumas instituições onde ocorrem.














