Conteúdo Patrocinado por Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China.
O comércio externo da China registou um crescimento de 3,8% em termos homólogos em 2025, de acordo com dados oficiais divulgados esta quarta-feira pela Administração Geral das Alfândegas. No total, o valor das importações e exportações atingiu 45,47 biliões de yuans, o equivalente a 6,48 biliões de dólares norte-americanos, assinalando o nono ano consecutivo de crescimento desde 2017.
As exportações cresceram 6,1% face ao ano anterior, totalizando 26,99 biliões de yuans, enquanto as importações atingiram um valor recorde de 18,48 biliões de yuans, com um crescimento anual de 0,5%. Estes resultados consolidam a posição da China como o segundo maior mercado de importações do mundo, estatuto que mantém há 17 anos consecutivos.
O desempenho do comércio externo chinês é atribuído a vários fatores, incluindo o forte apoio das políticas públicas, a dimensão do mercado interno e a solidez de um sistema industrial completo. Estes elementos permitiram criar uma base sólida para o arranque do 15.º Plano Quinquenal e reforçar a confiança no comércio e na economia globais.
Em 2025, a China manteve relações comerciais com mais de 240 países e regiões, tendo o comércio bilateral com mais de 190 desses parceiros registado crescimento. Para além de impulsionar o desenvolvimento económico em diversas regiões do mundo, o comércio chinês contribuiu igualmente para a dinamização da economia global.
O crescimento do volume comercial foi acompanhado por uma melhoria da qualidade. As importações e exportações de produtos de alta tecnologia registaram um aumento homólogo de 11,4%, representando cerca de 60% da contribuição para o crescimento total do comércio externo. A estrutura do comércio externo da China continua, assim, a otimizar-se, injetando novo dinamismo tanto no desenvolvimento nacional como no internacional.
Paralelamente, a China tem assegurado o fornecimento estável e fiável de produtos de elevada qualidade a preços competitivos, contribuindo para a melhoria das condições de vida em vários países, para o alívio das pressões inflacionistas e para a estabilidade das cadeias industriais e de abastecimento globais.
Apesar da persistência de fatores de incerteza em 2026, a China mantém confiança na continuidade do progresso do seu comércio externo. Recentemente, a Organização Mundial do Comércio reviu em baixa a previsão de crescimento do comércio mundial de mercadorias para 2026, fixando-a em 0,5%. Ainda assim, as autoridades chinesas consideram que o país reúne condições para alcançar novos avanços neste domínio.













