O PRR pode ser uma “lufada de ar fresco” para a construção, o setor que mais beneficia deste plano, porém os empresários temem que no futuro os concursos que sejam lançados, fiquem dominados “preços-base ultrapassados e que, por isso, se tornam irrealistas”.
Para o presidente da AICCOPN, Manuel Reis Campos, é necessário realizar (mais) uma revisão do Código dos Contratos Públicos (CCP): “Tal como ficou aprovado, o CCP vai potenciar a litigiosidade e aumentar os problemas do tecido empresarial e dos donos de obra e introduzir novos fatores de risco.”
As mais recentes alterações a esta legislação ciaram molduras de execução para o PRR, no entanto, “não mexeu nas fórmulas para definição do preço-base que vai definir o preço de adjudicação de cada empreitada a concurso. E continua a dar-se prevalência ao critério preço para a seleção das propostas”.




