“Bons resultados” da Jerónimo Martins “refletem a determinação” das empresas do grupo

O presidente e administrador-delegado da Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos, afirma que os “bons resultados” no semestre “refletem a determinação e competência” das empresas do grupo.

Executive Digest com Lusa

O presidente e administrador-delegado da Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos, afirma que os “bons resultados” no semestre “refletem a determinação e competência” das empresas do grupo.

O lucro da Jerónimo Martins subiu 36,3% no primeiro semestre, face a igual período de 2022, para 356 milhões de euros, anunciou hoje a dona do Pingo Doce.

“Os bons resultados deste primeiro semestre refletem a determinação e competência colocadas por todas as nossas companhias em executar, com disciplina, a estratégia definida e em reforçar a liderança de preço e as suas posições competitivas nos respetivos mercados”, diz Pedro Soares dos Santos, citado em comunicado.

A Jerónimo Martins está presente em Portugal, Polónia e Colômbia.

“Sabemos que, em tempos de incerteza e de forte pressão sobre o rendimento disponível das famílias, é imperativo gerar as melhores oportunidades de poupança contínua, através de fortes investimentos em preço, para garantir que os consumidores escolhem as nossas lojas no momento de comprar”, acrescenta.

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Com esse propósito, “temos também de cumprir rigorosamente os planos de expansão, para reforçar a proximidade e a conveniência, e apostar nas remodelações como forma de melhorar a capacidade de atração das lojas e a experiência de compra, e concretizar o seu potencial de crescimento”, salienta o gestor.

“Em linha com o que sempre tenho dito, não hesitaremos, como fizemos na Colômbia neste segundo trimestre, em continuar a alavancar na nossa solidez financeira para mantermos a flexibilidade e a capacidade, a cada momento, de fazer a diferença nos mercados onde estamos”, prossegue, salientando que as prioridades do grupo se mantêm.

“Ser a primeira escolha de um consumidor crescentemente fragilizado, crescer vendas, reforçar a eficiência e proteger a rentabilidade e sustentabilidade dos negócios, enquanto continuamos a investir nas nossas equipas”, conclui.

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As vendas cresceram 22,1% para 14.513 milhões de euros e o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) aumentou 18,1% para 1.005 milhões de euros.

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