Bolsa de Lisboa em alta com Jerónimo Martins a subir 1,23%

A bolsa de Lisboa invertia hoje a tendência da abertura e negociava em alta, com as ações da Jerónimo Martins a liderar os ganhos, a subirem 1,23% para 21,34 euros.          

Executive Digest com Lusa

A bolsa de Lisboa invertia hoje a tendência da abertura e negociava em alta, com as ações da Jerónimo Martins a liderar os ganhos, a subirem 1,23% para 21,34 euros.

Cerca das 09:00 em Lisboa, o PSI subia 0,16% para 6.332,30 pontos, com cinco ‘papéis’ a subir, oito a descer e três a manter a cotação (Altri em 4,52 euros, Ibersol em 6,68 euros e Sonae em 0,90 euros).



Às ações da Jerónimo Martins seguiam-se as dos CTT, Galp e NOS, que avançavam 0,68% para 3,70 euros, 0,51% para 14,69 euros e 0,30% para 3,29 euros.

As ações da Greenvolt subiam 0,25% para 8,10 euros.

Em sentido contrário, as ações da Semapa, EDP Renováveis e Navigator eram as que mais se desvalorizavam, estando a cair 0,56% para 14,22 euros, 0,53% para 14,97 euros e 0,37% para 3,81 euros.

Outras ações que recuavam eram as da EDP, REN e Corticeira Amorim, designadamente 0,36% para 4,13 euros, 0,22% para 2,27 euros e 0,21% para 9,43 euros.

As ações da Mota-Engil e do BCP desciam 0,19% para 5,32 euros e 0,07% para 0,27 euros.

As principais bolsas europeias estavam hoje mistas, pendentes da reunião do Banco de Inglaterra e dos dados preliminares do Eurostat sobre a inflação de janeiro na zona euro, que terminou 2023 com um crescimento dos preços de 2,9%.

Além do Banco de Inglaterra e dos dados preliminares do Eurostat sobre a inflação de janeiro na zona euro, que terminou 2023 com um crescimento dos preços de 2,9%, os investidores vão estar atentos à apresentação das leituras finais do PMI da indústria transformadora de janeiro, mais resultados empresariais na Europa e nos EUA, como os da Amazon e da Meta, e os pedidos semanais de subsídio de desemprego nos EUA.

Do outro lado do Atlântico, Wall Street acolheu negativamente na quarta-feira a decisão da Reserva Federal dos EUA (Fed) de manter as taxas de juro e, sobretudo, as palavras do presidente da instituição, Jerome Powell, que afirmou que, se a economia evoluir positivamente como até agora, haverá cortes nas taxas este ano, embora não na próxima reunião de março, como o mercado esperava.

Depois da Fed, no mercado da dívida, a rentabilidade da obrigação norte-americana a dez anos atingiu os 3,944%.

Wall Street fechou em baixa na quarta-feira, com o Dow Jones a descer 0,82% para 38,150,30 pontos, contra 38.467,31 pontos em 30 de janeiro, um novo máximo desde que foi criado em 1986, e o Nasdaq a recuar 2,23% para 15.164,01 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos, verificado em 16 de novembro de 2021.

O rendimento da obrigação alemã a 10 anos, considerada a mais segura da Europa, estava a subir para 2,183%, contra 2,165% na quarta-feira, depois de ter fechado a 1,893% em 27 de dezembro de 2023, um mínimo desde dezembro de 2022.

Com as tensões no mar Vermelho como pano de fundo, o barril de petróleo Brent para entrega em abril abriu hoje em baixa, a cotar-se a 80,39 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, contra 80,55 dólares na quarta-feira.

A nível cambial, o euro abriu a desvalorizar-se no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,0784 dólares, contra 1,0850 dólares na quarta-feira.

 

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