Bolsa de Lisboa em alta com Greenvolt a subir mais de 1,5%

A bolsa de Lisboa estava hoje em alta, a manter a tendência da abertura, com as ações da Greenvolt a liderarem os ganhos, a subirem 1,55% para 6,22 euros.

Executive Digest com Lusa

A bolsa de Lisboa estava hoje em alta, a manter a tendência da abertura, com as ações da Greenvolt a liderarem os ganhos, a subirem 1,55% para 6,22 euros.

Cerca das 09:00 em Lisboa, o PSI avançava 0,21% para 6.145,84 pontos, com a cotação de oito papéis’ a subir, cinco a descer e três a manter (Corticeira Amorim em 10,56 euros, CTT em 3,77 euros e Ibersol em 7,00 euros).



Às ações da Greenvolt seguiam-se as da Galp e da EDP Renováveis, que se valorizavam 0,95% para 10,68 euros e 0,74% para 19,85 euros.

As ações da Altri, BCP e Navigator avançavam respetivamente 0,61% para 4,96 euros, 0,57% para 0,23 euros e 0,24% para 3,39 euros.

As outras duas ações que subiam (NOS e Sonae) avançavam 0,21% e 0,05%.

Em sentido contrário, as ações da Semapa. Mota-Engil e REN eram as que mais baixavam, designadamente 0,57% para 13,96 euros, 0,48% para 2,07 euros e 0,38% para 2,61 euros.

As ações da EDP e da Jerónimo Martins caíam 0,37% para 4,78 euros e 0,35% para 23,04 euros.

As principais bolsas europeias negociavam hoje mistas, com os investidores à espera da taxa de inflação de abril nos EUA, que será fundamental para as próximas decisões da Reserva Federal (Fed) sobre as taxas de juro.

Segundo analistas citados pela Efe, a inflação nos EUA em abril deverá manter-se em 5%, enquanto a taxa de inflação subjacente poderá cair.

Especialistas da Renta4 consideram que “uma leitura superior à esperada poderá moderar as expectativas de uma redução das taxas na segunda metade do ano, ou mesmo pressionar a Reserva Federal para novas subidas”, tendo em conta uma inflação ininterrupta e um emprego resistente, embora estejam disponíveis dados adicionais (tanto o IPC como o relatório de emprego de maio) para a sua próxima reunião, em 14 de junho.

Antes dos dados de hoje, em Wall Street, os futuros dos principais indicadores estão a ser negociados em ligeira alta, depois de terem fechado no vermelho na terça-feira, com os investidores atentos ao limite da dívida dos EUA.

O presidente dos EUA, Joe Biden, reuniu-se com o líder da maioria republicana na Câmara dos Representantes, Kevin McCarthy, para discutir a necessidade de suspender o limite da dívida para evitar que os EUA entrem em incumprimento, embora não tenham chegado a um acordo.

Os analistas da Renta4 referem que está agendada uma nova reunião para a próxima sexta-feira e que é previsível que “os prazos se esgotem e se chegue a um acordo “in extremis” para evitar a suspensão dos pagamentos, “o que deverá introduzir volatilidade adicional no mercado a curto prazo”.

A sessão de hoje será ainda marcada pela apresentação de mais resultados de empresas, pelos dados definitivos do IPC da Alemanha de abril e pela produção industrial em Itália.

Na terça-feira, a Bolsa de Nova Iorque terminou em baixa, com o Dow Jones a descer 0,17% para 33.561,81 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.799,65 pontos, registado em 04 de janeiro de 2022.

O Nasdaq fechou a desvalorizar-se 0,63% para 12.179,55 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos, verificado em 16 de novembro de 2021.

A nível cambial, o euro abriu a subir no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,0979 dólares, contra 1,0955 dólares na terça-feira.

O euro está a cotar-se acima da paridade face ao dólar desde 07 de novembro, depois de ter estado abaixo da paridade desde 20 de setembro, com exceção para o dia 26 de outubro (1,0076 dólares).

O barril de petróleo Brent para entrega em julho abriu a descer no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 77,01 dólares, contra 77,44 dólares na terça-feira e 72,33 em 03 de maio, um mínimo desde janeiro de 2022.

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