Atrair e reter talento é a principal preocupação para 75% dos CEO

A atração e retenção de talentos é a principal questão que preocupa 75% dos CEO nos próximos meses, embora apenas 3 em cada 10 acreditem que a sua empresa está bem preparada para enfrentar este desafio.

André Manuel Mendes

A atração e retenção de talentos é a principal questão que preocupa 75% dos CEO nos próximos meses, embora apenas 3 em cada 10 acreditem que a sua empresa está bem preparada para enfrentar este desafio.

De acordo com as conclusões do novo Forecast Corporate Affairs 2024 ‘Ativismo corporativo para um ano difícil’ elaborado pela LLYC, a resiliência empresarial (73%), o foco no cliente (69%), a transformação digital/IA (66%) ou o impacto da geopolítica no contexto económico (60%) representam as suas outras grandes preocupações.



O documento conclui que estamos a assistir a um cenário volátil em que a geopolítica, a inteligência artificial e a polarização terão impacto na gestão de talento, nas relações com os clientes e nas questões sociais, exigindo uma liderança empresarial resiliente e ativista.

“Uma liderança ativa e eficaz é crucial para orientar as organizações em ambientes dinâmicos, adaptando-se às tendências emergentes. A promoção da colaboração público-privada é apresentada como uma estratégia fundamental, reforçando as sinergias e abordando os desafios coletivos. A gestão de talento, de acordo com as tendências atuais, exige abordagens inovadoras para atrair, reter e desenvolver competências relevantes”, diz Jorge López Zafra, Sócio e Diretor-Geral de Corporate Affairs da LLYC Europa.

Por sua vez, Marlene Gaspar, Diretora-Geral da LLYC e co-autora do Forecast, explica que “este estudo leva-nos a sublinhar que é imprescindível que os CEO ampliem a sua presença social para se alinharem melhor com o contexto actual. A transformação da geopolítica numa questão económica, o impacto disruptivo da IA e a crescente polarização destacam a necessidade de uma nova abordagem empresarial que reflita estes novos tempos. Caso contrário, as empresas correm o risco de sofrer o afastamento dos seus clientes, colaboradores e da sociedade em geral”.

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