Atenção: ligações da Transtejo podem sofrer interrupções esta tarde

A empresa é responsável pelos terminais do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal.

Executive Digest

As ligações fluviais da Transtejo devem parar esta tarde, de acordo com um anúncio da administração da empresa.

Num comunicado divulgado na sua página da internet, a Transtejo informou que “prevê a interrupção do serviço regular” nos próximos dois dias “por motivo de realização de plenário geral convocado por estruturas sindicais”.



A empresa é responsável pelos terminais do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal.

No caso dos terminais de Almada, a Transtejo estima que as ligações fluviais de Cacilhas fiquem interrompidas na quarta-feira entre as 14:20 e as 17:35, enquanto as da Trafaria/Porto Brandão devem parar entre as 09:30 e as 19:00.

No concelho do Seixal, o serviço pode paralisar das 14:00 às 18:15 e, no Montijo, entre as 13:30 e as 18:30.

Já as ligações fluviais do Cais do Sodré a todos estes terminais devem estar interrompidas entre as 13:00 e as 18:00.

A Soflusa, que pertence à mesma administração da Transtejo, também vai ver os seus barcos parados, mas só na quinta-feira de manhã, devido também à realização do plenário de trabalhadores convocado pelos sindicatos.

A empresa é responsável pela travessia entre o Barreiro e o Terreiro do Paço, em Lisboa.

O serviço da Soflusa deve parar entre as 08:05 e as 11:25, no terminal do Barreiro, e das 08:30 às 11:55, no Terreiro do Paço.

Segundo a nota divulgada, “em caso de paralisação do serviço regular, os terminais serão encerrados nos períodos indicados, por questões de segurança”.

Em comunicado, a Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (FECTRANS) informou que os trabalhadores da Transtejo vão realizar um “plenário com paralisação” esta quarta-feira entre as 14:30 e as 17:30, enquanto os da Soflusa irão reunir-se na quinta-feira das 09:00 às 11:00.

“Irá ser discutido o que fazer face ao bloqueamento da negociação colectiva nestas empresas tuteladas pelo Ministério do Ambiente”, adiantou.

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