Assédio laboral atinge mais de metade dos professores da Universidade de Lisboa, aponta inquérito

Inquérito foi enviado a todos os cerca de 5 mil professores e investigadores que trabalham nas 18 faculdades e institutos da Universidade de Lisboa

Revista de Imprensa

Um inquérito da Universidade de Lisboa apontou, esta segunda-feira, que mais de 55% dos professores garantiram ter sido alvo de assédio laboral, uma em cada 6 pessoas já recebeu chamadas insultuosas e mais de 40% consideraram-se desprezados pelos órgão diretivos – as conclusões estão presentes no primeiro inquérito sobre assédio laboral e ‘mobbing’ na Universidade de Lisboa, revelado pela ‘SIC Notícias’.

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Assim, mais de 20% dos professores admitiram ter sido “muitas vezes assediados” e um em cada cinco já recebeu sinais para se demitir – mais de 40% confessaram-se desprezados na profissão e 35% já foi ameaçado verbalmente. Os dados do inquérito sublinharam ainda que cerca de 60% mostrou-se alvo de subavaliação e sabotagem – já um em cada 6 já teve o email violado e 40% reconheceu que o seu trabalho é prejudicado.

O inquérito foi enviado a todos os cerca de 5 mil professores e investigadores que trabalham nas 18 faculdades e institutos da Universidade de Lisboa.

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