2026. Acima de tudo, transformação, num ano desafiante, marcado por imprevisibilidade e rápidas mudanças no cenário global e que exige dinamismo de todos. Neste ambiente, a confiança será uma ferramenta decisiva para permitir o progresso e a evolução de Portugal. Para compreender os principais desafios e metas que Portugal enfrentará nos próximos meses, a Executive Digest ouviu vários líderes de empresas e instituições nacionais.
Nesse sentido, ficaremos a conhecer o que o Director-Geral da Prosegur Alarms Portugal antecipa para um ano que exige, com responsabilidade, decisão, execução, equilíbrios delicados, optimismo e esperança (com cheiro a pólvora) e ambição colectiva.
- Quais os maiores desafios e alterações que o seu sector e empresa, em particular, pode enfrentar em 2026?
- Que impacto terá o actual quadro geopolítico no seu sector?
- Alguma oportunidade que a sua empresa/ sector não pode perder em 2026?
- Uma palavra que possa definir 2026.
1. O setor da segurança opera num contexto em que as decisões dos clientes implicam compromisso e confiança a longo prazo. Num setor em que a capacidade tecnológica é hoje um requisito imprescindível, o verdadeiro desafio reside em como essa capacidade se traduz em clareza, experiência consistente e confiança desde o primeiro contacto.
O crescimento continuará a ser uma prioridade, assente numa execução coerente e exigente ao longo do tempo. Isso implica não apenas a expansão sustentada da base de clientes, mas também a capacidade de garantir qualidade de serviço de forma contínua.
Para a Prosegur Alarms, este desafio exige foco no serviço prestado, na qualidade da relação com o cliente e nas pessoas que representam a marca diariamente, reconhecendo que a atração e retenção de talento são determinantes para assegurar proximidade ao cliente, rapidez de resposta e elevados padrões de serviço.
2. O atual quadro geopolítico reforça um ambiente de maior escrutínio sobre empresas que prestam serviços de longo prazo, com impacto direto na confiança dos clientes. A fiabilidade operacional e a capacidade de resposta passaram a ser observadas com maior atenção, tanto por clientes como por outros stakeholders.
Num contexto de maior incerteza, esta exigência coloca uma responsabilidade acrescida sobre o setor da segurança, que opera frequentemente em momentos críticos para famílias e empresas. As organizações são cada vez mais avaliadas não pelo que prometem, mas pela forma como respondem quando são efetivamente necessárias.
3. A principal oportunidade em 2026 estará em reforçar de forma sustentada a qualidade da relação com o cliente. Em serviços de longo prazo, a diferenciação constrói-se menos no momento inicial e mais na consistência do acompanhamento e na previsibilidade do serviço ao longo do tempo. Simplificar a jornada, assegurar transparência e manter um acompanhamento rigoroso desde o primeiro contacto serão fatores cada vez mais relevantes.
Num mercado competitivo, em que a tecnologia suporta a operação e a qualidade do serviço, a diferenciação afirma-se sobretudo na fiabilidade da resposta e na coerência entre expectativa e experiência real. As empresas que conseguirem traduzir a sua proposta de valor em solidez operacional e confiança ao longo da relação criarão vantagens duradouras.
4. CONFIANÇA.




