Amadora com níveis de ozono que podem prejudicar saúde – CCDR

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) detetou hoje níveis de concentração de ozono prejudicais para a saúde na Amadora, em concreto na Reboleira, no distrito de Lisboa.

Executive Digest com Lusa

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) detetou hoje níveis de concentração de ozono prejudicais para a saúde na Amadora, em concreto na Reboleira, no distrito de Lisboa.


“Foi ultrapassado, na(s) estação(ões) de monitorização da qualidade do ar desta CCDR, o valor de concentração de ozono de 180 µg/m³ (microgramas por metro cúbico), definido como limiar de informação para este poluente”, pode ler-se em comunicado hoje divulgado.


Na Reboleira, registaram-se 184 microgramas por metro cúbico entre as 13:00 e as 14:00, e segundo a CCDR-LVT estes valores de concentração de ozono podem provocar “alguns efeitos na saúde”, sobretudo em grupos mais sensíveis, como crianças, idosos, pessoas asmáticas e quem tiver doenças respiratórias ou cardíacas.


“A exposição a este poluente afeta, essencialmente, as mucosas oculares e respiratórias, podendo o seu efeito manifestar-se através de sintomas como tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações nos olhos”, avisa.


Aquela entidade avisa ainda que “enquanto esta situação se mantiver”, é recomendado que os grupos mais frágeis possam “reduzir ao mínimo a atividade física intensa ao ar livre e evitem a permanência no exterior”.

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No sábado, a mesma entidade tinha registado níveis acima do valor definido como limiar de informação para este poluente nos Olivais (Lisboa) e Alverca (Vila Franca de Xira), emitindo as mesmas recomendações.

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