Aumentos e progressões em risco na Função Pública

Os sindicatos reúnem-se com o Governo na próxima segunda-feira, dia 8 de Junho, antes da discussão do Orçamento Suplementar. 

Revista de Imprensa

A ministra da Administração Pública, Alexandra Leitão, não se compromete com progressões nas carreiras nem com o aumento salarial de 1% previsto para 2020, revela o “Correio da Manhã” (CM).

Em entrevista ao “Jornal de Negócios” e à “Antena 1”, citada pelo “CM”, Alexandra Leitão não rejeitou que isso venha a acontecer. «Temos de ver, no quadro global, o que é que se faz», disse, sublinhando que «os salários não são a única forma de valorizar as carreiras da Função Pública».



Do lado dos sindicatos, Sebastião Santana, líder da Frente Comum, adiantou ao “CM”, «rejeitaremos liminarmente [o congelamento das carreiras] caso seja esse o caminho do Governo». Para o dirigente sindical, a manutenção dos salários sem actualização é «inaceitável», sobretudo depois de «uma subida de 0,3% [em 2020], depois de 10 anos sem aumentos».

José Abraão, da Federação dos Sindicatos da Administração Pública, estranha as declarações de Alexandra Leitão e diz mesmo que «não fazem sentido num momento como este, em que milhares de funcionários públicos estiveram na primeira linha». «Esperávamos um discurso mais animador e não um que vem diabolizar os funcionários públicos», referiu ao “CM”.

Os sindicatos reúnem-se com o Governo na próxima segunda-feira, dia 8 de Junho, antes da discussão do Orçamento Suplementar.

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