O cabaz de produtos alimentares essenciais acompanhado pela DECO PROteste voltou a aumentar esta semana e passou a custar 253,60 euros.
A subida foi ligeira, de 0,12 euros em relação à semana anterior, mas mantém a tendência de agravamento do custo dos alimentos ao longo dos últimos anos.
Desde o início de 2026, o mesmo conjunto de 63 produtos ficou 11,77 euros mais caro, o equivalente a um aumento de 4,87%.
Cabaz custa mais 12,95 euros do que há um ano
Em comparação com o mesmo período do ano passado, os consumidores pagam agora mais 12,95 euros pelo cabaz, uma diferença de 5,38%.
A distância torna-se ainda mais expressiva quando se recua até ao início de 2022. Nessa altura, era possível comprar os mesmos produtos por menos 65,90 euros, o que representa uma subida acumulada de 35,11%.
Alho, fiambre e pão de forma lideram aumentos semanais
Entre 29 de julho e 5 de agosto, o alho seco registou a maior subida percentual, com um aumento de 8%, passando a custar 3,34 euros.
O fiambre de perna extra fatiado aumentou 6%, para 2,45 euros, enquanto o pão de forma sem côdea subiu 5%, atingindo 2,58 euros.
Estes foram os três produtos que mais encareceram em termos percentuais durante a última semana.
Bacalhau e robalo destacam-se na comparação anual
Quando a comparação é feita com o mesmo período de 2025, o bacalhau graúdo surge entre os produtos com maior aumento, ao ficar 25% mais caro e atingir 20,02 euros por quilograma.
O robalo subiu 21%, para 9,90 euros por quilograma, enquanto a perca do Nilo aumentou 19%, passando a custar 12,02 euros por quilograma.
Carne de novilho mais do que duplicou desde 2022
Desde que a DECO PROteste começou a acompanhar este cabaz, a 5 de janeiro de 2022, a carne de novilho para cozer foi o produto que mais aumentou em termos percentuais.
O preço subiu 120%, para 12,80 euros por quilograma.
Seguem-se o bacalhau graúdo, com uma subida de 89%, para 20,02 euros, e os ovos, que aumentaram 78%, atingindo 2,03 euros por quilograma.
Apesar de a variação desta semana ter sido reduzida, os dados mostram que o custo dos alimentos essenciais continua bastante acima dos valores registados há quatro anos.














