PSI em alta com NOS e Corticeira Amorim a liderar ganhos e a subirem 1%

A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a NOS e a Corticeira Amorim a liderarem os ganhos e a subirem 1,03% para 5,40 euros e 1,01% para 7,01 euros, respetivamente.

Executive Digest com Lusa

A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a NOS e a Corticeira Amorim a liderarem os ganhos e a subirem 1,03% para 5,40 euros e 1,01% para 7,01 euros, respetivamente.

Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e avançava 0,22% para 9.162,92 pontos, com 11 empresas a subir, três a descer duas a manter a cotação (CTT em 6,39 euros e Teixeira Duarte em 0,42 euros).

Às ações da NOS e da Corticeira Amorim seguiam-se as da Altri, Navigator e Jerónimo Martins, que se valorizavam 0,79% para 5,13 euros, 0,77% para 3,41 euros e 0,64% para 18,88 euros.

Mais moderadamente, o BCP, REN e Ibersol também se valorizavam, designadamente 0,45% para 0,93 euros, 0,42% para 3,55 euros e 0,35% para 11,60 euros.

A EDP, Sonae e Mota-Engil subiam 0,14% para 13,85 euros, 0,10% para 1,93 euros e 0,08% para 4,94 euros.

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Em sentido contrário, a Galp, EDP e Semapa baixavam 1,34% para 19,91 euros, 0,30% para 4,37 euros e 0,22% para 22,70 euros.

Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, apesar do receio dos investidores quanto ao impacto que os altos preços da energia possam ter nos dados da inflação.

O euro estava em baixa e descia 0,22% para 1,1630 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.

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Entretanto e enquanto continua sem haver avanços nas negociações entre Washington e Teerão, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, descia 1,57% para 110,34 dólares.

O Brent moveu-se na segunda-feira na faixa entre 107 e 113 dólares o barril entre rumores de diálogo no Médio Oriente (com uma reabertura gradual do estreito de Ormuz, uma congelamento a longo prazo do programa nuclear iraniano em vez de um desmantelamento completo e com a transferência do urânio enriquecido para a Rússia), que depois deram lugar às dúvidas sobre um acordo iminente depois de a Casa Branca considerar muito insuficiente a última proposta de Teerão.

Num comunicado, o Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que, a pedido do Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, não realizaria o ataque ao Irão que tinha previsto para hoje e que o adiaria por dois ou três dias, considerando os líderes desses países que há negociações sérias que resultarão num acordo aceitável para todas as partes.

Caso contrário, Trump ameaça novamente com um grande ataque.

O Irão advertiu hoje os EUA para não cometerem um “erro de cálculo” novamente e que as suas Forças Armadas têm “o dedo no gatilho” para responder de maneira “rápida, firme e poderosa” a qualquer nova agressão.

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À mesma hora em Lisboa, os futuros do Dow Jones e do Nasdaq apontam para recuos de 0,04% e 0,15%, respetivamente.

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