A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a NOS a cair 7,75% para 5,12 euros e a Mota-Engil e os CTT a liderarem os ganhos e a subirem mais de 2,3%.
Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI invertia a tendência da abertura e baixava 0,12% para 9.153,45 pontos, com quatro empresas a descer e 12 a subir a cotação.
Além da NOS, a Galp, EDP Renováveis e Altri também desciam, designadamente 2,42% para 19,38 euros, 1,83% para 13,94 euros e 0,40% para 5,02 euros.
Em sentido contrário, as ações da Mota-Engil e dos CTT lideravam os ganhos e subiam 2,48% para 4,79 euros e 2,30% para 6,22 euros.
Às ações destas seguiam-se as da Teixeira Duarte, BCP e Jerónimo Martins, que avançavam 1,90% para 0,43 euros, 1,73% para 0,90 euros e 1,66% para 20,16 euros.
Mais moderadamente, a Semapa, Sonae e Ibersol subiam 0,85% para 23,65 euros, 0,83% para 1,94 euros e 0,67% para 12,02 euros, bem como a REN, que se valorizava 0,54% para 3,72 euros.
As outras três empresas que se valorizavam eram a Corticeira Amorim (0,30% para 6,75 euros), Navigator (0,24% para 3,37 euros) e a EDP (0,06% para 4,35 euros).
As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, com o preço do petróleo a cair devido aos avanços para alcançar um acordo para o fim da guerra no Irão.
O euro estava em alta e subia 0,28% para 1,1728 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.
As bolsas mostram-se otimistas com o preço do petróleo Brent, o de referência na Europa, para entrega em julho, a recuar 1,49% para 108,26 dólares.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na terça-feira, a suspensão da operação ‘Projeto Liberdade’, impulsionada para assegurar militarmente o trânsito de navios pelo estreito de Ormuz, chave para o comércio energético mundial, a pedido do Paquistão.
A decisão deve-se ao “considerável progresso rumo a um acordo” com o Irão, publicou o mandatário na sua rede Truth Social, horas depois de o secretário de Estado, Marco Rubio, assegurar que a ofensiva contra Teerão lançada em 28 de fevereiro “terminou” e que se abriu uma nova fase com uma operação “defensiva” destinada a facilitar a navegação no estreito de Ormuz.





