Próxima semana à lupa: Dos mercados à economia – e outras coisas que precisa de saber

Do calendário económico ao que vai mexer com os mercados na próxima semana. Saiba o que vai estar na agenda nacional e internacional

Executive Digest

Esta semana ficou marcada por uma reação (extremamente) positiva dos índices bolsistas, com os mercados norte-americanos em destaque, depois de o S&P 500 e o Nasdaq-100 terem atingido novos máximos históricos.

O S&P 500 está a registar a maior sequência de ganhos (14 dias consecutivos) nos últimos quatro anos.

Esta reação do mercado tem sido impulsionada, sobretudo, por dois fatores:

  • por um lado, as perspetivas de que o conflito no Médio Oriente possa estar próximo de uma resolução;
  • por outro, os resultados dos bancos norte-americanos, que brilharam esta semana e trouxeram algum alívio aos investidores mais preocupados com a solidez do setor

Em termos de calendário económico, não foi uma semana particularmente preenchida, o que levou a que a atenção dos investidores se mantivesse centrada nas questões geopolíticas e nos resultados das empresas norte-americanas.

 

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Destaques da próxima semana

 Relativamente à próxima semana, e ao nível do calendário económico, espera-se novamente um período relativamente calmo.

  • Os dados mais relevantes serão divulgados na terça-feira, às 13h30, com as vendas a retalho nos Estados Unidos.
  • Na quinta-feira, serão divulgados os dados preliminares da atividade económica, medidos pelos índices PMI em várias economias da Zona Euro. Os dados dos PMI serão particularmente importantes para avaliar o impacto que o aumento dos preços da energia poderá estar a ter no setor industrial europeu, tradicionalmente mais sensível a este tipo de variações.

Para além dos indicadores económicos, os investidores continuarão atentos à época de resultados das empresas norte-americanas, com a Tesla a destacar-se entre as empresas a apresentarem resultados.

Ainda assim, a situação geopolítica continua a ser o principal “driver” dos mercados, podendo gerar momentos de maior volatilidade em todas as classes de ativos, sempre que surjam novos desenvolvimentos, sejam avanços ou recuos.

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Analistas da XTB

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