Presidenciais. Já há data para o debate entre Seguro e Ventura

O debate entre António José Seguro e André Ventura, os dois candidatos na segunda volta na corrida à Presidência da República, já está agendado: será no dia 27 (terça-feira), às 20h30, e será transmitido em simultâneo por RTP, SIC, e TVI. O confronto terá 75 minutos de duração. Recorde-se que as televisões de sinal aberto apresentaram aos candidatos uma proposta para a realização de dois debates, mas a candidatura de Seguro aceitou apenas um. Seguro e Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais no dia 8 de fevereiro, depois de terem sido os dois candidatos mais votados…

Francisco Laranjeira
Janeiro 22, 2026
17:01

O debate entre António José Seguro e André Ventura, os dois candidatos na segunda volta na corrida à Presidência da República, já está agendado: será no dia 27 (terça-feira), às 20h30, e será transmitido em simultâneo por RTP, SIC, e TVI. O confronto terá 75 minutos de duração.

Recorde-se que as televisões de sinal aberto apresentaram aos candidatos uma proposta para a realização de dois debates, mas a candidatura de Seguro aceitou apenas um.

Seguro e Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais no dia 8 de fevereiro, depois de terem sido os dois candidatos mais votados na primeira volta realizada no domingo passado.

António José Seguro obteve 31,1% e André Ventura 23,5%, segundo o escrutínio provisório da Secretaria-geral do Ministério da Administração Interna.

Para a segunda volta, os eleitores que pretendam votar antecipadamente em mobilidade podem fazê-lo no dia 01 de fevereiro.

Na sexta-feira, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) esclareceu que os boletins de voto na segunda volta das eleições presidenciais vão ter apenas os nomes de dois candidatos.

“No estrangeiro e no território nacional, seja para o voto antecipado, seja para os dias da votação, vão ser impressos e distribuídos os boletins de voto do segundo sufrágio, com dois candidatos”, indica a CNE, em comunicado, frisando que “qualquer informação em contrário não corresponde à verdade”.

A CNE admitiu que poderá haver uma “situação excecional”, designadamente quando os boletins de voto não sejam recebidos a tempo em algum local no mundo, mas ressalva que “só nesse caso é que será utilizado o boletim do primeiro sufrágio”.

O vencedor deste sufrágio vai suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016 e que termina o seu mandato em março.

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