Presidenciais: Seguro exige resultados para que “portugueses tenham saúde a tempo e horas”

António José Seguro, candidato mais votado na primeira volta das presidenciais, exigiu hoje resultados para que “os portugueses tenham saúde a tempo e horas”, rejeitando estar a pressionar do Governo, mas apenas a garantir que todos colaboram no mesmo sentido.

Executive Digest com Lusa

António José Seguro, candidato mais votado na primeira volta das presidenciais, exigiu hoje resultados para que “os portugueses tenham saúde a tempo e horas”, rejeitando estar a pressionar do Governo, mas apenas a garantir que todos colaboram no mesmo sentido.

O candidato apoiado pelo PS decidiu começar esta segunda fase da campanha presidencial com uma visita à USF Cruzeiro e USF Mosteiro, em Odivelas, reafirmando que a saúde “é a prioridade das prioridades” e será a sua primeira causa no ano inaugural do seu mandato, caso seja eleito Presidente da República na segunda volta de 08 de fevereiro.

“Não se trata de pressionar [o Governo], trata-se de colaborarmos todos no mesmo sentido. Eu não venho para pressionar ninguém, venho é para exigir resultados e aquilo que eu quero é que os portugueses tenham saúde a tempo e horas”, respondeu aos jornalistas quando questionado se esse trabalho não passaria por pressionar o executivo de Luís Montenegro.

Seguro, que fez da saúde a sua grande bandeira na campanha da primeira volta, prometeu “trabalhar insistentemente para que haja saúde a tempo e horas para todos os portugueses” e disse que já estava “a recolher contributos para quando reunir com os partidos e com o primeiro-ministro”, além do pacto que propõe, levar já ideias.

“A minha relação com o Governo é uma relação com o senhor primeiro-ministro. É o primeiro-ministro que chefia o Governo. Naturalmente, estou ansioso por ter essa primeira reunião e para definirmos as regras do nosso trabalho. O Presidente da República, na minha interpretação, deve cooperar institucionalmente com os órgãos de soberania e designadamente com o Governo que tem o poder executivo”, insistiu.

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O candidato presidencial apoiado pelo PS foi questionado sobre a reunião que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, vai ter hoje com a CGTP sobre a legislação laboral.

“Eu espero que haja condições para que haja uma evolução e que o diálogo com representantes dos trabalhadores faça com que o Governo perceba que tem que ouvir as partes que estão em situação neste processo”, defendeu.

Seguro tem afirmado que, caso seja eleito Presidente da República e as alterações à legislação laboral propostas pelo Governo lhe chegassem para promulgação como estão, as vetaria politicamente.

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