Greve geral não assusta o retalho: APED afasta fecho de lojas

Diretor-geral da APED diz que o setor está “relativamente pacificado” e preparado para manter o normal funcionamento das lojas e supermercados.

Executive Digest

A Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) não prevê que a greve geral marcada para 11 de dezembro cause perturbações relevantes no setor do retalho. Em declarações ao Jornal de Negócios e à Antena 1, o diretor-geral da APED, Gonçalo Lobo Xavier, afirma que o setor está “relativamente pacificado” e preparado para manter o normal funcionamento das lojas e supermercados.

Representando um total de 225 empresas, incluindo 60 do retalho alimentar, a APED antecipa que o impacto da paralisação seja “bastante reduzido”. De acordo com o que o responsável explicou ao Jornal de Negócios, não se prevêem fechos de lojas nem interrupções significativas que prejudiquem o atendimento ao público.



Embora reconheça que poderá existir “algum impacto”, o diretor-geral reforça que este não deverá colocar em causa a atividade normal do setor e sublinha que as empresas irão obviamente acomodar o direito à greve.

Gonçalo Lobo Xavier destaca ainda que a “sindicância tem baixado significativamente” nos últimos anos, algo que tem contribuído para uma maior estabilidade interna. O diálogo contínuo com os sindicatos também tem ajudado a manter o retalho afastado de tensões laborais, criando um ambiente mais sereno mesmo em contexto de greve geral.

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