Para Miguel Pina Martins e Flávio Guerreiro, a Inteligência Artificial (IA) deve ser encarada como uma ferramenta ao serviço das pessoas, capaz de libertar tempo, aumentar a criatividade e permitir que as equipas se concentrem em tarefas de maior valor acrescentado.
“A nossa missão é alinhar a tecnologia com os objetivos de negócio e capacitar as pessoas para liderarem esta mudança. Acreditamos que a Inteligência Artificial deve ser uma ferramenta ao serviço das pessoas, para libertar tempo, potenciar a criatividade e permitir foco em tarefas de maior valor acrescentado. A nossa missão é capacitar equipas para liderarem esta mudança com confiança e propósito”, afirma Miguel Pina Martins, Fundador da Open Gate AI.
Os empresários defendem uma abordagem prática e ética à adoção da IA, sublinhando que o verdadeiro valor desta tecnologia está nas pessoas que a utilizam. “Queremos que as empresas vejam a IA não como uma ameaça ou um fim, mas como um meio para libertar o potencial humano e potenciar a eficiência interna. A nossa abordagem permite às equipas ganhar tempo para pensar, criar e inovar, com confiança e conhecimento”, reforça Flávio Guerreiro, CEO e Co-Fundador da Open Gate AI.
Ambos destacam ainda a importância de uma cultura de aprendizagem contínua e de adaptação, que permita às equipas integrar a IA de forma contextualizada nos processos de negócio, reforçando a competitividade das organizações na economia digital.
Neste contexto, Miguel Pina Martins e Flávio Guerreiro lançaram recentemente a Open Gate AI, uma consultora portuguesa que pretende apoiar empresas na implementação estratégica da IA, sempre com foco nas pessoas e na criação de valor real para os negócios.










