“Perseguição política e injustificada”: Trump exige indulto para Netanyahu

Esta não é a primeira vez que Trump pede a Herzog que conceda o perdão a Netanyahu: já o havia feito durante o seu discurso no Knesset a 13 de outubro último

Francisco Laranjeira

Donald Trump continua a pressionar para que o julgamento por corrupção de Benjamin Netanyahu seja arquivado, indicou esta quarta-feira o jornal ‘El Español’: o líder da Casa Branca enviou uma carta oficial ao presidente israelita Isaac Herzog a pedir que seja concedido um indulto ao primeiro-ministro, sublinhando que Netanyahu está a enfrentar “perseguição política e injustificada”.

Esta não é a primeira vez que Trump pede a Herzog que conceda o perdão a Netanyahu: já o havia feito durante o seu discurso no Knesset a 13 de outubro último, para celebrar a entrada em vigor da primeira fase do plano de paz para a Faixa de Gaza. Embora naquela ocasião tenha surpreendido a todos com um tom que oscilava entre o sarcasmo e o constrangimento — para o destinatário das suas exigências —, o pedido agora foi formalizado.



“Embora respeite absolutamente a independência do sistema judicial israelita e as suas exigências, acredito que este ‘caso’ contra Bibi, que lutou ao meu lado por muito tempo, inclusive contra o inimigo implacável de Israel, o Irão, é uma perseguição política e injustificada”, afirmou Trump na carta, divulgada pelo gabinete do presidente israelita.

Trump está a solicitar um indulto para o “formidável e decisivo” Netanyahu, com quem conseguiu alcançar uma paz “procurada há pelo menos 3.000 anos”. Dirigindo-se a Herzog, exige que o primeiro-ministro seja libertado das acusações — em processos ainda em andamento — e que a “guerra judicial” seja encerrada.

Herzog absteve-se de tomar uma posição, enfatizando em comunicado que o pedido de indulto deve ser tratado pelos “canais legais apropriados”.

No entanto, o líder da oposição em Israel, Yair Lapid, criticou já o pedido de Trump e defendeu que Netanyahu deve “admitir a culpa” e expressar arrependimento como condição prévia a qualquer indulto.

“Para lembrar: a lei israelita estabelece que a primeira condição para receber um indulto é a admissão de culpa e a expressão de arrependimento pelos atos cometidos”, escreveu Lapid na rede social ‘X’.

Recorde-se que Netanyahu enfrentou três processos judiciais desde 2019, conhecidos como casos 1000, 2000 e 4000. No primeiro, é acusado de receber presentes de luxo — principalmente charutos, champanhe e joias para a sua mulher — de empresários bilionários como Arnon Milchan e James Packer. A suspeita é de que esses presentes foram dados em troca de favores políticos.

Em 2000, foi iniciada uma investigação sobre um acordo com Arnon Mozes, proprietário do jornal ‘Yedioth Ahronoth’, para apoiá-lo através dos seus veículos de comunicação, oferecendo em troca leis que limitariam a concorrência do jornal rival Israel ‘Hayom’.

O caso mais grave é o de número 4000. Netanyahu, durante o seu mandato como ministro das Comunicações e posteriormente como primeiro-ministro, teria aprovado regulamentações que favoreciam a empresa Bezeq — controlada por Shaul Elovitch — em troca de uma linha editorial bastante favorável no site de notícias ‘Walla’, de propriedade do empresário. Nesse processo, as acusações incluem, além de fraude e abuso de confiança, suborno.

O que Trump pediu é um recomeço com Netanyahu, mesmo que se comprove que favoreceu interesses privados com um valor estimado em cerca de 450 milhões de euros — em benefícios para a empresa Bezeq.

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Desafia também as convenções volumétricas pois tem 4,99 m de comprimento, mas um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,25, Trata-se de um modelo desenhado sobre a batuta da equipa de design da Volvo em Gotemburgo mas respira ADN escandinavo Os faróis martelo de Thor evoluíram para uma assinatura digital pixelizada enquanto a traseira apresenta uma porta de abertura ampla sublinhando a versatilidade. Foi exaustivamente testado na Suécia enfrentando condições de frio extremo para garantir que a dinâmica de condução e a gestão térmica da bateria são infalíveis. Testei a unidade com tração integral Twin Motor que revelou um comportamento de exceção. A plataforma SPA2, a mesma do EX90, confere uma rigidez estrutural que há muito não se via no segmento. Nas estradas portuguesas, entre o empedrado cidadino, estradas de terra batida, AE para Évora e as nacionais, vejo que o ES90 isola os ocupantes de forma magistral (até o teto de abrir escurece). A suspensão pneumática com tecnologia ativa adapta-se em milissegundos eliminando qualquer vibração O espaço interior é o habitual, ou seja, muito amplo, minimalista mas de um conforto e desenho discretos. A experiência é de um silêncio absoluto sendo que a Volvo afirma ser o habitáculo mais silencioso de sempre da marca, graças ao uso extensivo de materiais de isolamento acústico e vidros laminados duplos de série. A ergonomia dos bancos segue o habitual da marca com a certificação ortopédica e redefina o que esperamos de uma viagem de longo curso. Mas o ES90 não é simplesmente um automóvel, mas também um computador sobre rodas equipado com um sistema de computação central e com vários processadores Nvidia onde a capacidade de processamento inteligência artificial é oito vezes superior aos modelos anteriores. Através dos sensores lidar e dos radares da última geração, cria-se um escudo de 360° detectando objetos a 250 m mesmo em escuridão total. O sistema de infotainment com inteligência artificial da Google permite um controlo por voz natural e uma personalização preditiva de rotas baseada nos hábitos do condutor. O ecrã central é hoje muito mais intuitivo e apresenta vários modos de condução e os habituais comandos de voz natural e da afinação dos espelhos etc. As baterias também estão associadas a algoritmos de inteligência artificial para otimizar a saúde da mesma, permitindo carregamentos mais rápidos mas sem degradar as células. Este modelo é fabricado na unidade de última geração da Volvo que tal como a marca preconiza utiliza energia 100% energia renovável As baterias desenvolvidas com as melhores marcas, da CATL à Northvolt possuem uma capacidade líquida até 106 kW na versão ultra. A grande inovação reside aqui no sistema elétrico de 800 wattts, que é uma estreia na marca e que permite recuperar 300 km em apenas 10 minutos As células têm também uma vantagem pois utilizam uma química de baixo teor de cobalto (caro, volátil em preço, associado a riscos na cadeia de abastecimento e frequentemente ligado a preocupações éticas na sua extração) Muito importante é o passaporte da bateria recorre a blockchain para garantir a reestabilidade total dos materiais. Já falamos do luxo do minimalismo, da qualidade de construção e dos materiais, de um bem-estar a bordo que convida alongas viagens num conforto sem precedentes e um comportamento demasiado preciso. E é isso mesmo que este Volvo transmite para o cliente que valoriza o estatuto mas sem ostentação; o executivo ou aquela família que procura segurança máxima e sustentabilidade real. Concorre com os BMW e a Mercedes e o Audi, contudo pela sua versatibilidade e altura posiciona-se numa zona cinzenta de conforto superior que o torna único. Temos finalmente ao rival à altura das marcas premium mais conceituadas. O Volvo está disponível em três versões com preço a partir dos 72.945 para particulares ou 55.000 mais IVA para as empresas. Possui uma autonomia até 700 km na versão single Motor extended range e a potência pode ir até aos 680 cavalos Twin Motor Performance. “O ES90 representa a nossa abordagem holística à sustentabilidade e à segurança, sendo o sedan mais avançado que alguma vez concebemos.” — Vanessa Butani, Head of Global Sustainability da Volvo Cars. “Com o ES90, elevamos o padrão do que uma berlina de luxo deve ser na era elétrica: equilibrada, inteligente e profundamente humana.” — Jim Rowan, CEO da Volvo Cars.

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