Se todos comessem bacalhau, eu passava fome

Opinião de João Franqueira, Chief People Officer da Coverflex

Executive Digest

Por João Franqueira, Chief People Officer da Coverflex

Imagina que vais jantar com um grupo de amigos. Finalmente é sexta-feira. Está toda a gente animada, prontos para desligar do trabalho e ligar-se aos sabores e às conversas.



Chegam ao restaurante. A mesa está posta. O empregado sorri e diz:
“Hoje só há bacalhau assado. Para todos.”

Uns celebram, outros encolhem os ombros. Há quem nem aprecie bacalhau, mas lá vai comendo, por simpatia. E depois há quem simplesmente não coma. Ficam a ver os outros mastigar enquanto beliscam pão e tentam disfarçar o desconforto com um copo de vinho.

Agora troca o restaurante pela tua empresa.
Troca o jantar pelos benefícios que ofereces aos teus colaboradores.

“Aqui todos têm acesso a vales de infância!” – diz orgulhosamente o Dr. Marques.
Mas… e a Nádia, que nem filhos tem?
E o André, que queria investir na formação?
E a Mariana, que precisava de apoio em saúde mental?
E o João, que só queria um ginásio decente perto de casa?

O problema não está nos vales de infância. Nem no bacalhau.
O problema está na falta de escolha.

As empresas que continuam a servir o mesmo prato a toda a gente estão a ignorar a diversidade de contextos, momentos de vida, prioridades e vontades das suas pessoas.
Hoje, trabalhar já não é só sobre salário. É sobre autonomia. Sobre liberdade com responsabilidade. É sobre escolher o prato que realmente nos alimenta.

Na Coverflex, é exatamente isso que construímos:
– Um modelo de compensação flexível.
– Uma plataforma onde cada pessoa pode usar o seu orçamento de forma autónoma.
– Um sistema que respeita a individualidade sem perder a cultura coletiva.

Educação, saúde, tecnologia, bem-estar, transporte, poupança, formação…
E sim, se quiserem bacalhau com o cartão de refeição, também dá.
O futuro dos benefícios é isso mesmo: um menu variado, onde cada pessoa monta o seu prato.
Porque a melhor forma de mostrar que confiamos nas pessoas…
…é deixá-las escolher.

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