Encomendou comida e chegou-lhe morna? Saiba porque reaquecê-la pode ser essencial para a sua segurança

A conveniência dos serviços de entrega de comida ao domicílio é indiscutível. Com apenas alguns cliques, é possível receber uma refeição do restaurante favorito diretamente em casa. No entanto, especialistas em segurança alimentar alertam para os riscos de consumir alimentos que chegam mornos, devido ao perigo de contaminação bacteriana.

Pedro Gonçalves

A conveniência dos serviços de entrega de comida ao domicílio é indiscutível. Com apenas alguns cliques, é possível receber uma refeição do restaurante favorito diretamente em casa. No entanto, especialistas em segurança alimentar alertam para os riscos de consumir alimentos que chegam mornos, devido ao perigo de contaminação bacteriana.

O conceito de “zona de perigo” na segurança alimentar refere-se ao intervalo de temperaturas entre 4ºC e 60ºC, no qual microorganismos podem proliferar rapidamente. “Dentro desta faixa, alguns microrganismos podem duplicar a cada 20 minutos”, explica ao Huffington Post Bryan Quoc Le, consultor em ciência alimentar. Segundo o especialista, a comida não deve permanecer nesse intervalo de temperatura por mais de duas horas.



Durante ondas de calor extremo, essa margem de segurança diminui consideravelmente. “Num dia quente de 32ºC, o tempo seguro para consumo reduz-se de duas horas para apenas uma”, alerta Matt Taylor, gestor global de consultoria alimentar na NSF, uma organização independente que estabelece padrões de segurança pública. “Quanto mais tempo a comida fica na zona de perigo, maior o risco para a saúde”, acrescenta.

Especialistas evitam serviços de entrega
Darin Detwiler, antigo consultor da FDA e do Departamento de Agricultura dos EUA, é categórico sobre o assunto: “Eu não encomendo comida através de serviços de entrega de terceiros. A entrega demora mais tempo e, provavelmente, a comida não é mantida à temperatura correta”.

Para aqueles que ainda optam por este tipo de serviço, os especialistas recomendam algumas medidas preventivas.

Como minimizar riscos com comida entregue ao domícilio
1. Utilize um termómetro alimentarA única forma de garantir que a comida está segura para consumo é medir a sua temperatura com um termómetro. “Se um alimento já está dentro da zona de perigo, o melhor é verificar há quanto tempo está nessa faixa, usando o tempo de entrega como referência”, explica Le.

2. Evite encomendar em horários de pico”. Os tempos de entrega são mais longos durante os períodos de maior afluência, o que significa que a comida pode ficar na zona de perigo durante mais tempo”, alerta Taylor.

3. Escolha com cuidado os pratos que encomenda. Le admite evitar certos alimentos de alto risco: “Não costumo usar serviços de entrega, mas quando o faço, evito pratos como arroz frito e saladas”.

4. Retire a comida da embalagem assim que chegar. Nunca deixe a refeição entregue na porta ou na portaria por muito tempo. “Traga-a imediatamente para dentro de casa”, aconselha Taylor.

5. Higienize as mãos e superfícies. Lavar as mãos antes de tocar na comida e limpar as superfícies onde será colocada são passos essenciais para evitar contaminação.

6. Verifique o estado dos alimentos. Antes de consumir, garanta que os alimentos quentes ainda estão quentes e os frios permanecem frios. “Certifique-se de que a embalagem está intacta e não apresenta sinais de violação. Se o alimento apresentar um cheiro ou aspeto estranho, descarte-o e contacte o restaurante”, aconselha Taylor.

7. Consuma rapidamente ou refrigere os restos. Le defende que a comida deve ser consumida o mais rapidamente possível. “Nunca sabemos exatamente quanto tempo passou desde a sua preparação até à entrega”, explica. Caso tenha sobras, deve refrigerá-las de imediato.

Se for buscar a comida, mantenha-a segura

Dennis D’Amico, professor da Universidade de Connecticut, prefere recolher a sua refeição pessoalmente. “Faço questão de chegar antes do horário previsto, caso a comida esteja pronta antes do esperado”, conta. Para garantir que a comida se mantém segura no trajeto para casa, transporta-a num recipiente isolado e fechado.

Reaquecer a comida pode ser essencial

Para maior segurança, a melhor solução é reaquecer a comida antes de a consumir. “Com serviços de entrega, prefiro sempre reaquecer os alimentos cozinhados”, afirma D’Amico. “Reaqueço pratos de carne e aves até atingirem uma temperatura interna de 74ºC. Se forem molhos ou sopas, aqueço até ferverem”.

O especialista acrescenta que, no forno, a temperatura deve ser de pelo menos 163ºC, enquanto que, no micro-ondas, a comida deve ser coberta e mexida a meio do reaquecimento para garantir que aquece de forma uniforme.

Consumir alimentos que não foram armazenados ou reaquecidos adequadamente pode ter conseqüências graves. Segundo os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA, 48 milhões de americanos contraem doenças de origem alimentar todos os anos. Desses, 128 mil são hospitalizados e 3 mil morrem.

As infeções mais comuns incluem salmonela, toxoplasma, listeria e E. coli, sendo que o norovírus afeta uma em cada 15 pessoas anualmente.

A melhor forma de evitar fazer parte destas estatísticas é adotar boas práticas tanto ao cozinhar em casa como ao encomendar comida, garantindo que os alimentos chegam em condições seguras e são consumidos de forma apropriada.

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Desafia também as convenções volumétricas pois tem 4,99 m de comprimento, mas um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,25, Trata-se de um modelo desenhado sobre a batuta da equipa de design da Volvo em Gotemburgo mas respira ADN escandinavo Os faróis martelo de Thor evoluíram para uma assinatura digital pixelizada enquanto a traseira apresenta uma porta de abertura ampla sublinhando a versatilidade. Foi exaustivamente testado na Suécia enfrentando condições de frio extremo para garantir que a dinâmica de condução e a gestão térmica da bateria são infalíveis. Testei a unidade com tração integral Twin Motor que revelou um comportamento de exceção. A plataforma SPA2, a mesma do EX90, confere uma rigidez estrutural que há muito não se via no segmento. Nas estradas portuguesas, entre o empedrado cidadino, estradas de terra batida, AE para Évora e as nacionais, vejo que o ES90 isola os ocupantes de forma magistral (até o teto de abrir escurece). A suspensão pneumática com tecnologia ativa adapta-se em milissegundos eliminando qualquer vibração O espaço interior é o habitual, ou seja, muito amplo, minimalista mas de um conforto e desenho discretos. A experiência é de um silêncio absoluto sendo que a Volvo afirma ser o habitáculo mais silencioso de sempre da marca, graças ao uso extensivo de materiais de isolamento acústico e vidros laminados duplos de série. A ergonomia dos bancos segue o habitual da marca com a certificação ortopédica e redefina o que esperamos de uma viagem de longo curso. Mas o ES90 não é simplesmente um automóvel, mas também um computador sobre rodas equipado com um sistema de computação central e com vários processadores Nvidia onde a capacidade de processamento inteligência artificial é oito vezes superior aos modelos anteriores. Através dos sensores lidar e dos radares da última geração, cria-se um escudo de 360° detectando objetos a 250 m mesmo em escuridão total. O sistema de infotainment com inteligência artificial da Google permite um controlo por voz natural e uma personalização preditiva de rotas baseada nos hábitos do condutor. O ecrã central é hoje muito mais intuitivo e apresenta vários modos de condução e os habituais comandos de voz natural e da afinação dos espelhos etc. As baterias também estão associadas a algoritmos de inteligência artificial para otimizar a saúde da mesma, permitindo carregamentos mais rápidos mas sem degradar as células. Este modelo é fabricado na unidade de última geração da Volvo que tal como a marca preconiza utiliza energia 100% energia renovável As baterias desenvolvidas com as melhores marcas, da CATL à Northvolt possuem uma capacidade líquida até 106 kW na versão ultra. A grande inovação reside aqui no sistema elétrico de 800 wattts, que é uma estreia na marca e que permite recuperar 300 km em apenas 10 minutos As células têm também uma vantagem pois utilizam uma química de baixo teor de cobalto (caro, volátil em preço, associado a riscos na cadeia de abastecimento e frequentemente ligado a preocupações éticas na sua extração) Muito importante é o passaporte da bateria recorre a blockchain para garantir a reestabilidade total dos materiais. Já falamos do luxo do minimalismo, da qualidade de construção e dos materiais, de um bem-estar a bordo que convida alongas viagens num conforto sem precedentes e um comportamento demasiado preciso. E é isso mesmo que este Volvo transmite para o cliente que valoriza o estatuto mas sem ostentação; o executivo ou aquela família que procura segurança máxima e sustentabilidade real. Concorre com os BMW e a Mercedes e o Audi, contudo pela sua versatibilidade e altura posiciona-se numa zona cinzenta de conforto superior que o torna único. Temos finalmente ao rival à altura das marcas premium mais conceituadas. O Volvo está disponível em três versões com preço a partir dos 72.945 para particulares ou 55.000 mais IVA para as empresas. Possui uma autonomia até 700 km na versão single Motor extended range e a potência pode ir até aos 680 cavalos Twin Motor Performance. “O ES90 representa a nossa abordagem holística à sustentabilidade e à segurança, sendo o sedan mais avançado que alguma vez concebemos.” — Vanessa Butani, Head of Global Sustainability da Volvo Cars. “Com o ES90, elevamos o padrão do que uma berlina de luxo deve ser na era elétrica: equilibrada, inteligente e profundamente humana.” — Jim Rowan, CEO da Volvo Cars.

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