O antigo ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, apelou ontem para que Telavive retome a sua campanha contra o Hamas em Gaza e destrua o grupo terrorista: o apelo foi feito depois de o grupo terrorista palestiniano ter adiado a tropa de reféns e prisioneiros programada para este sábado.
O ex-responsável pediu a Israel que realizasse “um ataque massivo a Gaza, por ar e terra, juntamente com a interrupção completa da ajuda humanitária à Faixa de Gaza”, num post na rede social ‘X’.
“A resposta à declaração do Hamas deve ser uma resposta real: um ataque massivo com fogo em Gaza, pelo ar e pela terra, juntamente com uma interrupção completa da ajuda humanitária à Faixa, incluindo eletricidade, combustível e água, e incluindo o bombardeamento dos pacotes de ajuda que já foram trazidos e estão nas mãos do Hamas em Gaza”, apontou Itamar Ben Gvir. “Devemos retomar a guerra e destruir.”
Já o ministro da Defesa israelita, Israel Katz, ordenou que o exército permanecesse em “alerta máximo” em Gaza e defendesse as cidades israelitas após a decisão do Hamas de adiar a libertação dos reféns israelitas – Katz descreveu a decisão do Hamas como uma violação completa do acordo de cessar-fogo e do acordo de libertação de reféns.
Israel recuperou 16 dos 33 reféns programados para serem libertados, incluindo os cinco reféns tailandeses que foram libertados sem acordo prévio. Em troca, Israel também libertou centenas de prisioneiros palestinianos, incluindo aqueles que cumpriam penas perpétuas por ataques que resultaram em mortes israelitas.





