O grupo britânico AB Food, dono da Primark, confirmou o risco de escassez de alguns produtos motivado pelo coronavírus, referindo que a empresa se encontra a estudar diferentes estratégias para minorar o impacto de um atraso prolongado no fornecimento de produtos vindos China, incluindo a possibilidade de aumentar a produção de fornecedores de outros países, avança o ‘Cinco Dias’.
«Se os atrasos na produção das fábricas (chinesas) se prolongarem, o risco de escassez de produtos em algumas linhas aumenta», admitiu a multinacional, acrescentando: «estamos a estudar estratégias de contingência, incluindo um aumento na produção de fornecedores de outras regiões», refere citada pelo ‘Cinco Dias’.
O grupo explicou que a empresa adquire uma grande variedade dos seus produtos na China (cerca de 50%), embora tenha referido que os stocks criados antes do Ano Novo Chinês, permitem que a Primark «se tenha abastecido para alguns meses», portanto não é esperado um impacto a curto prazo.
As fábricas do grupo britânico da AB Mauro, AB Agri e Ovaltine continuam em funcionamento, ainda que tenham uma capacidade de produção reduzida, devido a restrições logísticas e de trabalhadores.
Perante os resultados da primeira metade do seu ano fiscal, a Primark está confiante de que suas as vendas vão aumentar 4,2%, em relação ao mesmo período do ano anterior.













