A análise de Luís Ribeiro, Administrador do novobanco
O presente barómetro da executive digest traz-nos uma excelente ligação com o relatório de Mário Draghi que vem colocar a competitividade como elemento central para a Europa e a verdade é que os nossos empresários não estão muito otimistas sobre a capacidade de resposta aos mesmos (57% pouco otimistas).
No corrente ano as estimativas de crescimento das receitas continuam bastante positivas (57% entre 2,5% e 10% de crescimento e 32% superiores a 10%) mas a sustentabilidade destes resultados exige precisamente respostas aos desafios apresentados.
No lado das empresas as prioridades estão no investimento em tecnologia para automação, otimização de processos e eficiência operacional. Ao mesmo tempo que se aponta uma necessidade de redução da carga fiscal bem como a reforma da administração publica.
Os níveis de investimento publico em Portugal foram dos mais baixo da Europa nos últimos anos pelo que é determinante executar os programas de investimento previstos PRR e Portugal 20/30.
Elevados custos energéticos, estrutura demográfica envelhecida, evolução tecnológica acelerada e transição para uma economia sustentável (não totalmente partilhado pelos restantes polos económicos globais) vão ser certamente os pontos centrais para uma Europa e Portugal Competitivos.
Testemunho publicado na edição de Outubro (nº. 223) da Executive Digest, no âmbito da XXXVIII edição do seu Barómetro.














