O projeto WindFloat Atlantic, localizado ao largo da costa de Viana do Castelo, completou quatro anos de operação com resultados impressionantes, superando as expectativas iniciais. A tecnologia de energia eólica flutuante conseguiu fornecer energia limpa a 25 mil lares portugueses por ano.
A Ocean Winds (OW), uma joint venture formada em 2020 pela EDP Renováveis e ENGIE, destacou que o WindFloat Atlantic não apenas superou as projeções de produção, mas também fortaleceu laços significativos na região. Desde que entrou em operação em julho de 2020, as três turbinas flutuantes do projeto têm alimentado a rede elétrica nacional, atingindo uma produção acumulada de 320 GWh até julho de 2024. Este desempenho evitou a emissão de mais de 33 mil toneladas de CO2 e gerou 1.500 empregos diretos e indiretos.
“Estamos orgulhosos de ver que o nosso projeto progride a cada ano, tendo um impacto cada vez mais positivo”, comenta José Pinheiro, Country Manager para o Sul da Europa e Diretor de Projeto do WindFloat Atlantic. “Na OW, estamos profundamente comprometidos em garantir que o nosso projeto beneficie não só o ambiente, mas também a comunidade. Este compromisso reflete-se no nosso desenvolvimento de programas educacionais, na coordenação de visitas e no envolvimento com a comunidade local em Viana, garantindo que participam ativamente nesta iniciativa local com significado internacional.”
O WindFloat Atlantic provou sua resiliência ao enfrentar desafios climáticos extremos, como a Tempestade Ciarán em 2023, onde resistiu a ondas de 20 metros e ventos de 139 km/h. Além disso, a OW continua comprometida com a monitorização ambiental, com estudos a demonstrarem um impacto mínimo no fundo do mar e na biodiversidade local, além de contribuir para a conservação marinha.














