A Polícia Judiciária já identificou, este ano, cinco novas drogas em Portugal: as Novas Substâncias Psicoativas (NSP) são, de acordo com Maria João Caldeira, chefe do setor de Drogas e Toxicologia do Laboratório de Polícia Científica da PJ, citada pelo jornal ‘Público’, são sintéticas, semi-sintéticas e naturais, que são vendas como substitutas de drogas ‘clássicas’.
As novas substâncias são consideradas um problema a nível mundial, uma vez que surgem mais potentes e perigosas: de acordo com o Relatório Europeu sobre Drogas 2024, Tendências e Desenvolvimentos, no final de 2023 estavam a ser monitorizadas mais de 950 novas substâncias psicoativas, 26 das quais detetadas pela primeira vez na Europa.
“Quem as consome não sabe o que está a consumir”, explicou a responsável, salientando que as novas drogas “são um desafio para as autoridades policiais e de saúde, mas também para quem trabalha para as analisar e identificar” – entre 2010 e 2024, o laboratório identificou 127 NSP a a circular pela primeira vez em Portugal.
“Foram detetados na forma de comprimidos, pós, tabaco de mascar, sementes e até micros-selos”, conclui.






