Oruam, o rapper filho de Marcinho VP, um dos principais líderes do Comando Vermelho, considerada uma das mais perigosas fações criminosas do Brasil, foi impedido de estar numa apresentação na discoteca Lick, em Vilamoura, no Algarve, depois de ter sido abordado, na madrugada de domingo, por militares da GNR.
De acordo com o ‘Jornal de Notícias’, após ter sido intercetado numa operação de fiscalização num dos acessos aos locais de diversão noturna naquela zona, Oruam utilizou as redes sociais – onde conta com 9 milhões de seguidores – para acusar a GNR de o ter impedido de realizar o espetáculo.
“Será porque eles me odeiam?”, colocou o rapper nas ‘stories’ do Instagram – houve site brasileiros que escreveram que o artista tinha sido preso. No entanto, de acordo com o jornal diário, o artista não foi identificado ou detido, tendo sido apenas levantado um auto de contraordenação por consumo de estupefacientes a outro elemento do grupo. A GNR já veio esclarecer a situação.
➡️ No seguimento de uma ocorrência envolvendo o rapper #Oruam, temos sido confrontados com várias notícias veiculadas em órgãos de comunicação social estrangeiros que não correspondem à verdade.
➡️ Neste sentido, esclarecemos o seguinte:
— GNR – Guarda Nacional Republicana (@GNRepublicana) June 25, 2024
Em março último, o rapper foi abordado por militares da GNR enquanto fazia compras numa loja de desporto num centro comercial, em Alcochete, após uma denúncia relacionada com produtos estupefacientes. Na altura, chegou a desafiar um dos guardas que o interpelou.






