Hoje há bola: Mas, e se fosse um “Europeu económico”, quem venceria? E em que lugar ficaria Portugal?

Esta terça-feira, 18 de junho, Portugal dá o pontapé de saída no Euro 2024, que se realiza na Alemanha. A equipa das quinas é sempre um dos favoritos a levar o troféu para casa mas, e no “Europeu económico”, quem sairia vencedor?

André Manuel Mendes

Esta terça-feira, 18 de junho, Portugal dá o pontapé de saída no Euro 2024, que se realiza na Alemanha. A equipa das quinas é sempre um dos favoritos a levar o troféu para casa mas, e no “Europeu económico”, quem sairia vencedor?

A XTB elaborou uma análise para apurar o vencedor do “Euro Económico”, analisando o PIB – Crescimento do PIB nos últimos quatro anos e PIB per capita (adaptado ao poder de compra) -, taxa de desemprego, salário por hora e dívida em relação ao PIB dos países presentes nesta edição do Europeu de futebol.



Os especialistas comparam os dados económicos mais relevantes de cada um dos países que participarão no Euro 2024 (exceto Inglaterra e Escócia, que estão incluídos no Reino Unido), com o objetivo de saber qual poderá ser o “vencedor económico” da competição, que já começou, na Alemanha.

Após o apito final, a Suíça ganha o jogo do PIB, com uma diferença muito acentuada em relação aos restantes países. Seguem-se a Dinamarca, os Países Baixos e a Áustria.

Destaque para os países de Leste que tiveram um crescimento superior ao do resto da Europa nos últimos quatro anos, exatamente o momento em que se realizou o anterior Europeu de Futebol, que registaram um enorme aumento da sua produção graças ao investimento estrangeiro, ao acesso ao mercado, ao turismo e aos fundos da UE.

Por outro ado, os países economicamente maiores, são os que têm uma taxa de crescimento mais baixa, especialmente a Alemanha, que continua longe dos seus pares, e que tem estado fragilizada devido à sua dependência do gás e do petróleo da Rússia, após o início da guerra.

No que respeita ao desemprego, a Suíça é também a vencedora, com os países da Europa de Leste a serem, igualmente, os que apresentam melhores dados sobre o emprego.

Já no salário, a Suíça encontra competição na Dinamarca. Ambos são os países com rendimentos mais elevados por hora trabalhada.

No jogo da dívida mais baixa em relação ao PIB, a Suíça é mais uma vez a vencedora. O principal derrotado é a Espanha, sendo um dos países com piores resultados neste rácio.

Relativamente ao PIB per capita ajustado pelo poder de compra, ou seja, o custo de vida em cada país, o centro da Europa domina a tabela, e entre eles destacamos a Suíça com uma grande diferença em relação ao resto dos países. Outros países têm vindo a perder posições. Por exemplo, Espanha, foi ultrapassada pela Eslovénia, e outros países do leste da Europa podem fazer o mesmo.

A dívida sobre o PIB será um dos fatores-chave do mercado para os próximos anos.

“Com os resultados desta análise, é possível afirmar que o vencedor absoluto do Europeu económico 2024 é a Suíça. Até ao último “match”, a Dinamarca foi a única que conseguiu competir com o país suíço em termos económicos, enquanto os Países Baixos terminam na terceira posição”, explicam os especialistas da XTB.

Neste “Europeu económico”, o fundo da tabela é ocupado pela nossa seleção, Portugal, que tem os mesmos pontos que a Espanha e a Ucrânia, que estão, sem dúvida, a sofrer as consequências da guerra.

 

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Volvo ES90 – A ascensão da serenidade sueca no paradigma do luxo elétrico A indústria automóvel vive hoje um momento de inovação tecnológica e de disrupção onde a potência bruta é frequentemente utilizada mas não mostra a verdadeira alma/essência de um automóvel Contudo ao sentar-me ao volante o novo Volvo ES90 percebi de imediato que não estamos perante mais um sedan elétrico mas sim uma nova filosofia de automóvel Este é para mim um dos melhores Volvo já fabricados e talvez dos mais bonitos, o que é difícil dizer porque sempre os considerei todos eles muito elegantes. A marca conseguiu manter a verdadeira essência do minimalismo e rigor/luxo discreto, mas elevando-o a uma experiência sensorial sem precedentes, onde o rigor construtivo e o conforto – absurdo é mesma palavra – dita as regras. O Volvo ES90 pertence ao segmento E- Premium e trata-se de modelo “hibrido” pois está posicionado acima das segmentações tradicionais, e trata‑se de um fastback mas com alma de SUV. Desafia também as convenções volumétricas pois tem 4,99 m de comprimento, mas um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,25, Trata-se de um modelo desenhado sobre a batuta da equipa de design da Volvo em Gotemburgo mas respira ADN escandinavo Os faróis martelo de Thor evoluíram para uma assinatura digital pixelizada enquanto a traseira apresenta uma porta de abertura ampla sublinhando a versatilidade. Foi exaustivamente testado na Suécia enfrentando condições de frio extremo para garantir que a dinâmica de condução e a gestão térmica da bateria são infalíveis. Testei a unidade com tração integral Twin Motor que revelou um comportamento de exceção. A plataforma SPA2, a mesma do EX90, confere uma rigidez estrutural que há muito não se via no segmento. Nas estradas portuguesas, entre o empedrado cidadino, estradas de terra batida, AE para Évora e as nacionais, vejo que o ES90 isola os ocupantes de forma magistral (até o teto de abrir escurece). A suspensão pneumática com tecnologia ativa adapta-se em milissegundos eliminando qualquer vibração O espaço interior é o habitual, ou seja, muito amplo, minimalista mas de um conforto e desenho discretos. A experiência é de um silêncio absoluto sendo que a Volvo afirma ser o habitáculo mais silencioso de sempre da marca, graças ao uso extensivo de materiais de isolamento acústico e vidros laminados duplos de série. A ergonomia dos bancos segue o habitual da marca com a certificação ortopédica e redefina o que esperamos de uma viagem de longo curso. Mas o ES90 não é simplesmente um automóvel, mas também um computador sobre rodas equipado com um sistema de computação central e com vários processadores Nvidia onde a capacidade de processamento inteligência artificial é oito vezes superior aos modelos anteriores. Através dos sensores lidar e dos radares da última geração, cria-se um escudo de 360° detectando objetos a 250 m mesmo em escuridão total. O sistema de infotainment com inteligência artificial da Google permite um controlo por voz natural e uma personalização preditiva de rotas baseada nos hábitos do condutor. O ecrã central é hoje muito mais intuitivo e apresenta vários modos de condução e os habituais comandos de voz natural e da afinação dos espelhos etc. As baterias também estão associadas a algoritmos de inteligência artificial para otimizar a saúde da mesma, permitindo carregamentos mais rápidos mas sem degradar as células. Este modelo é fabricado na unidade de última geração da Volvo que tal como a marca preconiza utiliza energia 100% energia renovável As baterias desenvolvidas com as melhores marcas, da CATL à Northvolt possuem uma capacidade líquida até 106 kW na versão ultra. A grande inovação reside aqui no sistema elétrico de 800 wattts, que é uma estreia na marca e que permite recuperar 300 km em apenas 10 minutos As células têm também uma vantagem pois utilizam uma química de baixo teor de cobalto (caro, volátil em preço, associado a riscos na cadeia de abastecimento e frequentemente ligado a preocupações éticas na sua extração) Muito importante é o passaporte da bateria recorre a blockchain para garantir a reestabilidade total dos materiais. Já falamos do luxo do minimalismo, da qualidade de construção e dos materiais, de um bem-estar a bordo que convida alongas viagens num conforto sem precedentes e um comportamento demasiado preciso. E é isso mesmo que este Volvo transmite para o cliente que valoriza o estatuto mas sem ostentação; o executivo ou aquela família que procura segurança máxima e sustentabilidade real. Concorre com os BMW e a Mercedes e o Audi, contudo pela sua versatibilidade e altura posiciona-se numa zona cinzenta de conforto superior que o torna único. Temos finalmente ao rival à altura das marcas premium mais conceituadas. O Volvo está disponível em três versões com preço a partir dos 72.945 para particulares ou 55.000 mais IVA para as empresas. Possui uma autonomia até 700 km na versão single Motor extended range e a potência pode ir até aos 680 cavalos Twin Motor Performance. “O ES90 representa a nossa abordagem holística à sustentabilidade e à segurança, sendo o sedan mais avançado que alguma vez concebemos.” — Vanessa Butani, Head of Global Sustainability da Volvo Cars. “Com o ES90, elevamos o padrão do que uma berlina de luxo deve ser na era elétrica: equilibrada, inteligente e profundamente humana.” — Jim Rowan, CEO da Volvo Cars.

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