Administradores do Banco Português de Fomento assumem funções na administração da Sofid

Os administradores do Banco Português de Fomento (BPF) Pedro Miguel Nunes Ventaneira, Sofia Maria Simões dos Santos Machado e Bruno Filipe Aires Rodrigues já assumiram funções enquanto administradores executivos não remunerados da Sofid, foi hoje anunciado.

Executive Digest com Lusa

Os administradores do Banco Português de Fomento (BPF) Pedro Miguel Nunes Ventaneira, Sofia Maria Simões dos Santos Machado e Bruno Filipe Aires Rodrigues já assumiram funções enquanto administradores executivos não remunerados da Sofid, foi hoje anunciado.

Em comunicado, o BPF detalha que Pedro Miguel Nunes Ventaneira foi nomeado presidente executivo da Sofid – Sociedade para o Financiamento do Desenvolvimento, Instituição Financeira de Crédito, enquanto Sofia Maria Simões dos Santos Machado e Bruno Filipe Aires Rodrigues foram designados administradores executivos.

“A nomeação destes novos órgãos sociais integra-se no processo de transferência da Sofid para o universo do Banco Português de Fomento, o banco promocional nacional, devendo agora ser realizadas as auditorias necessárias a esse processo”, refere.

Segundo explica o BPF, esta transferência “visa fomentar sinergias nas vertentes financeira, operacional, de sistemas de governo societário e controlo interno”.

Faz ainda parte da “estratégia de alargamento da missão do BPF enquanto instituição financeira de desenvolvimento (DFI), com o objetivo de apoiar projetos de empresas nacionais em países em desenvolvimento, permitindo, designadamente, um incremento nos montantes e modalidades de instrumentos financeiros disponíveis para as empresas e acesso a fundos europeus com esses fins”.

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O decreto-lei n.º 119/2023, publicado a 22 de dezembro do ano passado, previa “a realização de atos preparatórios necessários” à transferência da participação do Estado na Sofid para o BPF.

Assim, até junho de 2025, os administradores do Banco Português de Fomento vão poder acumular os seus cargos com os de administradores executivos não remunerados na administração da Sofid.

O decreto-lei prevê ainda que o BPF faça auditorias à Sofid, para avaliação dos ativos e passivos, e que elabore um plano estratégico para a Sofid a ser apresentado ao Governo. Já ao Conselho de Administração da Sofid caberá fazer uma proposta de plano de atividades e orçamento.

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Será após estes trâmites que a participação do Estado na Sofid passará para o Banco de Fomento, através de um aumento de capital em espécie cujo valor ainda será apurado.

A Sofid é uma entidade financeira especializada no apoio a empresas e ao investimento direto em países emergentes e em desenvolvimento. O Estado tem 80% do capital detendo participações minoritárias os bancos Caixa Geral de Depósitos, BPI, Novo Banco e Caf – Corporación Andina de Fomento.

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