Português capitão de embarcação angolana retida na Namíbia é julgado hoje

Em causa está a retenção de um navio de pesca, em águas namibianas, que transportava 19 tripulantes, entre os quais um português, o capitão da embarcação, 15 de nacionalidade angolana, dois senegaleses e um sul-africano.

Executive Digest com Lusa

O capitão da embarcação de pesca angolana retida na Namíbia em dezembro, de nacionalidade portuguesa, e outros dois tripulantes foram libertados e aguardam julgamento, marcado para esta quinta-feira.

De acordo com a informação do armador passada ao Serviço Nacional de Fiscalização Pesqueira e da Aquicultura do Ministério das Pescas e Recursos Marinhos de Angola, a que agência Lusa teve acesso, o processo encontra-se a ser analisado pela Justiça namibiana e os detidos estão a aguardar julgamento no barco, onde se encontra o resto da tripulação.



Em causa está a retenção de um navio de pesca, em águas namibianas, que transportava 19 tripulantes, entre os quais um português, o capitão da embarcação, 15 de nacionalidade angolana, dois senegaleses e um sul-africano.

A primeira audiência foi realizada em 19 de janeiro, ficando para o dia 08 deste mês a decisão final do processo em tribunal.

Segundo a informação, a embaixada de Angola na Namíbia visitou o navio e esteve com a tripulação e foi convidada a assistir à primeira audiência realizada em 19 de janeiro.

Uma fonte do Serviço Nacional de Fiscalização Pesqueira e da Aquicultura do Ministério das Pescas e Recursos Marinhos de Angola avançou à Lusa que as autoridades namibianas tendem agora a olhar o caso apenas como uma infração de pescas e não pesca ilegal, porque não foi encontrado pescado no navio, somente foram encontrados em águas namibianas.

“Neste momento, a toda a tripulação foram-lhes criadas condições de comunicação e logística, como internet, para interagir com os parentes, e irão aguardar o desfecho no navio e depois o repatriamento de toda a tripulação”, referiu a mesma fonte.

As autoridades namibianas encontraram o barco e, após a inspeção, suspeitaram que “estava prestes a realizar pesca”.

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