O aeroporto do Montijo viu ser chumbada, esta terça-feira, a extensão do prazo de declaração ambiental pelo ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas -, que considerou que existiu uma alteração das circunstâncias e do quadro ambiental, revelou a ‘SIC Notícias’.
A ANA Aeroportos de Portugal já foi notificada da decisão pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e tem agora 10 dias para contestar mas, a manter-se a decisão final, cai por terra o Montijo como nova localização do aeroporto de Lisboa.
A ANA tem mostrado preferência pelo Montijo, como um aeroporto complementar à Portela, por ser mais barato e rápido de construir, embora essa opção tenha sido considerada inviável pela comissão técnica.
A CTI responsável pela avaliação estratégica ambiental para o aumento da capacidade aeroportuária da região de Lisboa apresentou, em 5 de dezembro, o relatório preliminar, que servirá de base para a decisão do Governo sobre o novo aeroporto: Alcochete e Vendas Novas são as duas opções identificadas pela comissão técnica independente, a 5 de outubro último, como viáveis para um novo aeroporto, juntamente com Humberto Delgado até ser possível passar para infraestrutura única, foi hoje anunciado.
De acordo com o relatório preliminar da comissão técnica independente responsável pela avaliação ambiental estratégica para o aumento da capacidade aeroportuária da região de Lisboa, que estudou nove opções, são viáveis as soluções Humberto Delgado + Campo de Tiro de Alcochete, até ficar unicamente Alcochete com mínimo de duas pistas, bem como Humberto Delgado + Vendas Novas, até ficar unicamente Vendas Novas, também com um mínimo de duas pistas.







