Os três detidos por corrupção na Madeira, Pedro Calado, Avelino Farinha e Custódio Correia são hoje novamente presentes a juiz de instrução criminal, em Lisboa, para serem sujeitos a primeiro interrogatório judicial. No entanto, não deverão ser todos ouvidos durante este dia.
Para além da complexidade do caso e a quantidade de indícios recolhidos na investigação do Ministério Público (MP) e da Polícia Judiciária (PJ), está a decorrer uma greve de oficiais de justiça, que obriga os interrogatórios a terminarem até às 17h30.
Os funcionários judiciais, recorde-se, estão em greve às horas extraordinárias, e fazem paralisações entre as 00h00 e as 9h00, as 12h30 e 13h30 e das 17h00 às 24h00.
Recorde-se que, já ontem, o interrogatório foi adiado, também devido, segundo os advogados, a “lapsos do Ministério Público” no processo, que tiveram de ser alvo de correções.
Já esta manhã, o advogado Paulo Sá e Cunha, que defende o ex-presidente da Câmara do Funchal Pedro Calado, assinalava que seria “um bocadinho difícil ouvir todos os três detidos durante esta terça-feira, perante o horário de encerramento das diligências apontado para as 17h30.







