A Boeing confirmou que o modelo 737 MAX, envolvido em dois acidentes que vitimaram 346 pessoas na Indonésia e Etiópia, não vai voltar a voar até 2020. A informação está a ser avançada pela “AFP”.
Ontem, a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) reuniu com a construtora aeronáutica norte-americana Boeing e vincou que pretende uma revisão rigorosa desde modelo, proibido de voar há nove meses, depois dos acidentes de Outubro de 2018 e Março deste ano.
Entretanto, a Boeing disse que irá trabalhar com a FAA para «cumprir as suas exigências e prazos» do regulador americano.
Recorde-se que, ficou a saber-se que a FAA estava ciente das falhas dos aviões Boeing 737 Max quando autorizou que aquele modelo operasse, mesmo depois de as conclusões de um relatório terem revelado fortes indícios de um acidente fatal a cada dois ou três anos, segundo o “The Wall Street Journal”. A FAA concluiu que seriam possíveis prever 15 acidentes fatais se fosse realizadas mudanças no software de controlo de voo, nomeadamente o sistema automático Maneuvering Characteristics Augmentation System dos novos 737 Max.





