Donald Trump começará hoje a ser julgado no caso em que á acusado de ter inflacionado o valor dos seus ativos imobiliários e financeiros, em Manhattan, Nova Iorque. è o primeiro julgamento que o ex-presidente enfrenta, sendo que é visado em mais três processos judiciais.
Na semana passada,o juiz que preside o caso de fraude civil contra o ex-Presidente dos EUA Donald Trump, a sua empresa e vários dos seus filhos e sócios em Nova York, considerou que Trump cometeu fraude, recusando o pedido dos advogados de que rejeitasse o caso antes do julgamento e lhe concedesse um julgamento sumário a seu favor.
O juiz Arthur Engoron decidiu por um julgamento sumário, mas pediu que Trump seja considerado responsável antes do julgamento, ficando do lado da procurador a cargo do caso.
O magistrado Arthur Engoron decidiu após o Ministério Público do Estado de Nova Iorque, ter argumentado ter provas “indiscutíveis” para considerar Trump responsável por um dos principais crimes de que é acusado sem necessidade de julgamento.
A defesa de Trump solicitou que este pedido do Ministério Público fosse rejeitado e todas as acusações contra o seu cliente fossem rejeitadas e, paralelamente, denunciou o juiz por alegado abuso de autoridade no conteúdo do caso. Um tribunal de recurso acabou por decidir não travar o avanço do caso na justiça.
O Ministério Público de Nova Iorque, chefiado por Letitia James, iniciou esta ação judicial no final de 2022, acusando Trump, a sua empresa (a Organização Trump), os seus filhos mais velhos Donald Jr. e Eric e vários sócios de inflacionar os seus ativos — em cerca de 2.200 milhões de dólares num único ano – para obter vantagens fiscais e de empréstimos.
O Ministério Publico exige que os arguidos paguem uma multa de 250 milhões de dólares [228 milhões de euros] em benefícios financeiros e também que seja restringida a sua capacidade de fazer negócios em Nova Iorque, o que seria um duro golpe nos seus rendimentos.







