A Disney iniciou, esta segunda-feira, a segunda e maior onda de demissões, elevando o total de cortes de empregos para 4 mil – no início de 2023, a empresa americana garantiu que pretendia cortar 7 mil empregos como parte de uma reorganização maior que visa reduzir os custos em 5 mil milhões de euros, um anúncio realizado na primeira teleconferência de Bob Iger desde que regressou como CEO.
A eliminação de 7 mil empregos corresponde a cerca de 3% da sua força de trabalho – a Disney empregava, a 1 de outubro último, 220 mil pessoas, sendo que 166 mil operavam nos Estados Unidos, e cerca de 54 mil internacionalmente.
A primeira ronda de despedimentos da Disney ocorreu a 28 de março, que resultou em cortes na sua unidade de estratégias de metaverso e parte do seu escritório em Pequim. Nesta segunda ronda, que vai estar concluída 5ª feira, vão ser afetadas várias divisões da empresa, incluindo a Disney Entertainment e ESPN, bem como parques, experiências e produtos da Disney.
A empresa garantiu ainda que espera iniciar sua terceira onda de demissões antes do início do verão, a fim de atingir a meta de 7 mil. A Disney revelou que não espera que as demissões afetem os seus trabalhadores nos seus parques e resorts.



