As pessoas vêm a sua jornada laboral a durar para lá dos 65 anos, para apenas depois entrar na reforma e poder deixar de trabalhar, por vezes com um rendimento baixo. No entanto, há quem procure liberdade financeira antes. Mas quanto dinheiro seria preciso para deixar de trabalhar?
A realidade é que existem dois caminhos possíveis, e a ‘Forbes’ fez as contas.
O primeiro método consiste em acumular 25 vezes as suas despesas anuais, ou seja, se o seu estilo de vida atual custa 1.000 euros por mês, então deve acumular 300 mil euros para ser considerado financeiramente independente.
E porquê 25 vezes? Porque se assume uma rentabilidade média de 4% ao ano, que multiplicada por 25 dá os 100%, ou seja, os 300 mil euros vão gerar um rendimento de 12 mil euros por ano, o que corresponde ao valor das despesas anuais. Ou seja, apenas os juros e dividendos dos investimentos são suficientes para manter o seu estilo de vida.
O segundo método é o do rendimento passivo, ou seja, aquele que surge com pouco esforço, por exemplo rendimentos, como rendas de imóveis, juros, dividendos, negócios totalmente automatizados ou qualquer outro.
Neste método o objetivo passa por garantir que o total do rendimento passivo líquido é suficiente para cobrir todas as despesas mensais. Por exemplo, se as despesas mensais são de 1.000 euros, e temos dois imóveis a render 500 euros cada (já depois de todas as despesas e impostos), alcançamos a liberdade financeira.
No entanto, apesar destes métodos, a ‘Forbes’ aconselha a que tenha sempre uma margem de segurança para acautelar variações e imprevistos.











