Competitividade: Norte e Madeira entre as 3 regiões que mais progrediram na UE, mas Lisboa é a única acima da média europeia

O relatório, divulgado na semana passada, destaca a evolução, nos últimos seis anos, das regiões do Norte e Madeira.

Revista de Imprensa

De acordo com o Índice de Competitividade Regional (ICR), a zona da Área Metropolitana de Lisboa é a única região NUT-2 que está acima da média europeia em termos de competitividade. O relatório, divulgado na semana passada, destaca a evolução, nos últimos seis anos, das regiões do Norte e Madeira.

Segundo os números, citados pelo Público, existe um ‘fosso’ entre as outras regiões que não Lisboa e a Europa, num retrato pouco favorável ao país no que concerne à competitividade. No entanto, entre 2016 e 2022, o Norte e a Madeira estão no top 3 das regiões NUT-2 que mais progrediram, entre as 234 existentes na UE e analisadas no relatório.



É o Norte que apresenta melhor progressão, só atrás da região da capital da Lituânia. A Madeira surge em terceiro lugar, ‘empatada’ com a região NUT-2 que inclui Varsóvia, a capital da Polónia.

Ainda há outro aspeto negativo destacado sobre a competitividade em Portugal: Para além de praticamente todas (com exceção de Lisboa) as regiões NUT-2 estarem abaixo da média europeia, os Açores (que estão em 208º lugar), até regrediram no índice, entre 2016 e 2022, se acordo com a análise.

O índice em causa mede os principais fatores de competitividade das várias regiões NUT-2 na UE desde 2010, para analisar “a capacidade de uma região oferecer um ambiente atrativo para empresas e habitantes que queiram viver e trabalhar”.

Os autores assinalam a importância desta análise já que se verifica que as regiões mais competitivas “têm significativas vantagens económicas no seu desenvolvimento e outros domínios. Nestas regiões, por exemplo, o PIB per capita é mais alto, as mulheres têm melhor desempenho e há menos jovens que não estudam nem trabalham.

O relatório assinala que “a competitividade regional fica acima da média em todas as regiões da Áustria, Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Alemanha e os Estados-membros nórdicos”, enquanto em todas as regiões de leste está abaixo da média.

A tabela dos mais competitivos é liderada por Utreque, nos Países Baixos. O país, aliás, tem cinco das suas 11 regiões NUT-2 no top 10 do ICR.

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A suspensão pneumática com tecnologia ativa adapta-se em milissegundos eliminando qualquer vibração O espaço interior é o habitual, ou seja, muito amplo, minimalista mas de um conforto e desenho discretos. A experiência é de um silêncio absoluto sendo que a Volvo afirma ser o habitáculo mais silencioso de sempre da marca, graças ao uso extensivo de materiais de isolamento acústico e vidros laminados duplos de série. A ergonomia dos bancos segue o habitual da marca com a certificação ortopédica e redefina o que esperamos de uma viagem de longo curso. Mas o ES90 não é simplesmente um automóvel, mas também um computador sobre rodas equipado com um sistema de computação central e com vários processadores Nvidia onde a capacidade de processamento inteligência artificial é oito vezes superior aos modelos anteriores. Através dos sensores lidar e dos radares da última geração, cria-se um escudo de 360° detectando objetos a 250 m mesmo em escuridão total. O sistema de infotainment com inteligência artificial da Google permite um controlo por voz natural e uma personalização preditiva de rotas baseada nos hábitos do condutor. O ecrã central é hoje muito mais intuitivo e apresenta vários modos de condução e os habituais comandos de voz natural e da afinação dos espelhos etc. As baterias também estão associadas a algoritmos de inteligência artificial para otimizar a saúde da mesma, permitindo carregamentos mais rápidos mas sem degradar as células. Este modelo é fabricado na unidade de última geração da Volvo que tal como a marca preconiza utiliza energia 100% energia renovável As baterias desenvolvidas com as melhores marcas, da CATL à Northvolt possuem uma capacidade líquida até 106 kW na versão ultra. A grande inovação reside aqui no sistema elétrico de 800 wattts, que é uma estreia na marca e que permite recuperar 300 km em apenas 10 minutos As células têm também uma vantagem pois utilizam uma química de baixo teor de cobalto (caro, volátil em preço, associado a riscos na cadeia de abastecimento e frequentemente ligado a preocupações éticas na sua extração) Muito importante é o passaporte da bateria recorre a blockchain para garantir a reestabilidade total dos materiais. Já falamos do luxo do minimalismo, da qualidade de construção e dos materiais, de um bem-estar a bordo que convida alongas viagens num conforto sem precedentes e um comportamento demasiado preciso. E é isso mesmo que este Volvo transmite para o cliente que valoriza o estatuto mas sem ostentação; o executivo ou aquela família que procura segurança máxima e sustentabilidade real. Concorre com os BMW e a Mercedes e o Audi, contudo pela sua versatibilidade e altura posiciona-se numa zona cinzenta de conforto superior que o torna único. Temos finalmente ao rival à altura das marcas premium mais conceituadas. O Volvo está disponível em três versões com preço a partir dos 72.945 para particulares ou 55.000 mais IVA para as empresas. Possui uma autonomia até 700 km na versão single Motor extended range e a potência pode ir até aos 680 cavalos Twin Motor Performance. “O ES90 representa a nossa abordagem holística à sustentabilidade e à segurança, sendo o sedan mais avançado que alguma vez concebemos.” — Vanessa Butani, Head of Global Sustainability da Volvo Cars. “Com o ES90, elevamos o padrão do que uma berlina de luxo deve ser na era elétrica: equilibrada, inteligente e profundamente humana.” — Jim Rowan, CEO da Volvo Cars.

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