
Baseando-se no princípio da Biomimética, ou seja a ciência que se inspira na natureza para criação de soluções para problemas humanos, a Ford aliou-se à Procter & Gamble para investigarem novas soluções em matéria de adesivos. Com o intuito de desenvolver um novo tipo de adesivo para as respetivas indústrias, tanto a Ford como a Procter & Gamble vão partilhar as suas pesquisas de dados biomiméticos referentes às osgas.
Para solucionar o problema atual referente às colas modernas que são utilizadas para unir diversos componentes, por exemplo no habitáculo, mas que tornam o processo de reciclagem quase impossível, a Ford olha para as capacidades naturais das osgas no que diz respeito à capacidade de adesão a diversas superfícies. Com efeito, um exemplar típico de uma osga com 71 gramas consegue suportar 133 kg de peso sem perder a aderência à superfície a que está agarrada.
Neste âmbito, este réptil pode inspirar os engenheiros da Ford a desenvolverem uma nova cola igualmente eficaz na junção de superfícies, mas que não impeçam a posterior desmontagem para tarefas de reciclagem uma vez findo o ciclo de vida útil do veículo, ajudando desta forma a reduzir custos e o ambiente através da reciclagem mais eficaz de diversos componentes.
Para abordar esta temática, cerca de 200 investigadores e projetistas participaram numa sessão de um dia sobre biomimética, a pretexto de um simpósio organizado pela Ford em Dearnborn, em parceria com a Procter & Gamble e com o Instituto de Biomimética, uma organização sem fins lucrativos para a pesquisa de novas soluções ecológicas para desafios do quotidiano.
Como as osgas podem ajudar a Ford a criar uma nova cola
Baseando-se no princípio da Biomimética, ou seja a ciência que se inspira na natureza para criação de soluções para problemas humanos, a Ford aliou-se à Procter & Gamble para investigarem novas soluções em matéria de adesivos. Com o intuito de desenvolver um novo tipo de adesivo para as respetivas indústrias, tanto a Ford como a Procter & Gamble vão partilhar as suas pesquisas de dados biomiméticos referentes às osgas. Para solucionar o problema atual referente às colas modernas que são utilizadas para unir diversos componentes, por exemplo no habitáculo, mas que tornam o processo de reciclagem quase impossível, a Ford olha para as capacidades naturais das osgas no que diz respeito à capacidade de adesão a diversas superfícies. Com efeito, um exemplar típico de uma osga com 71 gramas consegue suportar 133 kg de peso sem perder a aderência à superfície a que está agarrada. Neste âmbito, este réptil pode inspirar os engenheiros da Ford a desenvolverem uma nova cola igualmente eficaz na junção de superfícies, mas que não impeçam a posterior desmontagem para tarefas de reciclagem uma vez findo o ciclo de vida útil do veículo, ajudando desta forma a reduzir custos e o ambiente através da reciclagem mais…
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