
A Schaeffler, empresa alemã de fabrico de rolamentos e outros componentes para automóveis, anunciou que vai proceder a uma reestruturação da sua massa laboral a nível mundial, apontando para o despedimento de 500 pessoas na sua divisão industrial, sendo que a maior parte deverá ocorrer na Europa.
Presente numa grande parte de países europeus, incluindo Portugal, com a sua unidade central a localizar-se nas Caldas da Rainha, a Schaeffler tem sido afetada por uma quebra nas receitas derivadas da divisão industrial na ordem dos 171 milhões de euros (menos 1,7%) apenas nos primeiros seis meses deste ano.
Segundo a empresa, com 83.774 empregados, a maioria dos cortes terá lugar na Alemanha, mas os outros países europeus terão também reestruturações em termos de pessoal, numa medida que durará até 2017.
Quanto à sua presença em Portugal, contactada pelo Automonitor, uma porta-voz da empresa referiu que “até ao momento ainda não existem dados concretos de como serão afetadas diversas sociedades em cada país por este despedimento global de 500 empregados”.
Indicou, ainda, que “atualmente, estamos a trabalhar neste projeto e esperamos contar com mais detalhes até ao final do ano”, sinalizando que se trata de um processo ainda em decisão.
Schaeffler anuncia despedimento de 500 funcionários
A Schaeffler, empresa alemã de fabrico de rolamentos e outros componentes para automóveis, anunciou que vai proceder a uma reestruturação da sua massa laboral a nível mundial, apontando para o despedimento de 500 pessoas na sua divisão industrial, sendo que a maior parte deverá ocorrer na Europa. Presente numa grande parte de países europeus, incluindo Portugal, com a sua unidade central a localizar-se nas Caldas da Rainha, a Schaeffler tem sido afetada por uma quebra nas receitas derivadas da divisão industrial na ordem dos 171 milhões de euros (menos 1,7%) apenas nos primeiros seis meses deste ano. Segundo a empresa, com 83.774 empregados, a maioria dos cortes terá lugar na Alemanha, mas os outros países europeus terão também reestruturações em termos de pessoal, numa medida que durará até 2017. Quanto à sua presença em Portugal, contactada pelo Automonitor, uma porta-voz da empresa referiu que “até ao momento ainda não existem dados concretos de como serão afetadas diversas sociedades em cada país por este despedimento global de 500 empregados”. Indicou, ainda, que “atualmente, estamos a trabalhar neste projeto e esperamos contar com mais detalhes até ao final do ano”, sinalizando que se trata de um processo ainda em decisão.

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